segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Dia 20: Retorno ao Brasil

Chegamos a São Paulo as 11h20 (hora local). Achamos o free shop caro , e não tinha frangelico:( A policia federal parecia estar toda na folia de carnaval porque só tinha um cara e todo mundo passava direto.

Nosso voo pra Floripa saiu no horário e também tranquilo.

Cheguei em casa por volta de 18h.

Agora é planejar a próxima viagem hehehehe. Pra onde será???

domingo, 15 de fevereiro de 2015

dia 19: Nova York, NY - Brasil

Hoje é nosso ultimo dia de viagem :((

Não neva, mas venta muito e está -10, apesar do dia estar lindo-céu azul e sol. As ruas estão brancas do sal que aplicaram pela neve de ontem.

Tentamos ir até o Central Park na altura da 74th para ver o Ed. Dakota e Strawberry Fields, mas o vento forte e o frio não deixavam. Almoçamos num café em frente ao Carnigie Hall.

Voltamos a 5a. Avenida entrando em lojas para nos esquentarmos. Adorei a Uniqlo (parece que japa só compra em loja japonesa!!). A Sak`s é só luxo. E ainda joguei videogame na nintendo..kkkk

Para fechar a viagem e fugir do frio, optamos esperar o horário para ir ao aeroporto num pub tomando umas cervejas yuengling.

Foi uma ótima viagem. Um dia voltamos!!!!!!

Deixamos N.York neste domingo as 11p.m. Esse era o horário previsto, mas ficamos quase 1h30 na pista aguardando carregamento de água, porque o frio havia congelado quase todas as saídas!!

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Dia 18: Nova York, NY

Pela manhã pegamos o subway pela primeira vez (este metro de Nova York sempre foi confuso para mim). Fomos rumo ao World Trade Center. Vimos o novo prédio (mais 5 torres serão construídas). O local é um canteiro de obras! Não entramos no memorial porque custa caro (27 dólares) para ver uma coluna e objetos recuperados dos destroços. No local dos dois prédios destruídos fizeram piscinas com água que jorra para dentro. Segundo, Mauricio, simbolizam as lágrimas que caem.

Dali fomos a Wall Street, com visita a Tiffany`s e fotos na bolsa de valores e na estatua do touro...hehe. 


Seguimos ate o rio donde avistamos a estatua da liberdade. O dia estava bem nublado anunciando neve, o que não era propicio para uma ida de barco até ela.


Não longe dali paramos numa taverna bem charmosa onde G. Washington jantou com sua tropa!! Fora da taverna nevava!!!!!!


Sob a neve fomos atá a Brooklin Bridge. Atravessamos quase inteira. A vista do skyline é  bem legal, mas o nevoeiro e a neve limitavam a visão.  


A neve estava linda mas não ajudava muito a prosseguirmos a pé para Chinatown ou Greenwich Village ou Soho. Assim pegamos o subway de volta ao hotel- sem erros!!!! hehehe.


Para comemorar valentine`s day fomos jantar em um pub nas proximidades da 5a. Avenida. Perfeito para comemorar e coroar esta viagem!!!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Dia 17: Nova York, NY

Hoje deixamos Midtown Manhatan e fomos na direção oeste. No caminho entramos na Macy`s. (34th st e 7a. Av.), que se autodenomina a maior loja do mundo com seus 6 andares.  Mauricio se surpreendeu com o tamanho da loja reunindo tantas marcas. A escada rolante ainda é de madeira. 

Nosso próximo destino foi o High Line Park, uma via suspensa sobre uma antiga linha de trem desativada em 1980 (os trilhos aparecem no caminho). Em 2009 essa longa via foi transformada em um jardim/parque suspenso. Começamos o passeio na 30th St ate a 14th St, quando descemos no Meatpacking District, um antigo bairro industrial, depois região de frigorificos e açougues e hoje área fashion com lojas, restaurantes, uma Apple store, alem da Google. Do High Line acompanhamos a vista do rio Hudson. E ao seu redor estão acontecendo inúmeras construções. Em um dos prédios uma placa indicava apartamentos de 1 a 5 quartos de 2 a 20 milhões!! 

Acima do Meatpacking District esta o bairro de Chelsea, onde visitamos o charmoso Chelsea Market, com inúmeras lojas para gourmets. Tomamos um gelato italiano saborosíssimo!!! Daí seguimos para a Union Square, aonde ocorre o Farmer's Market (que estava fechando quando chegamos-fecha as 17h). Seguindo no rumo leste vimos ainda o Gramercy Park. Toda essa regiao desde Chelsea é agradavel e charmosa. 

No caminho de volta a Midtown, passamos pelo Eatly (23rd St com 5a Av.), um conjunto de espaços de gastronomia italiana (não é o mercando de San Lorenzo em Florença, mas tenta se assemelhar). Comemos uma tabua di salami e fromaggio acompanhada de uma Peroni.

Hoje foi um dia frio, não passou de -8graus. 

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Dia 16: Nova York, NY

Nossa andança hoje, é em direção ao Central Park. Fomos pela 5a Av. vendo as grifes. 

No caminho, entramos na igreja de San Thomas- muito linda e com um altar repleto de esculturas-bem diferente. 

Na Trump Tower, uma surpresa - encontramos o Donald Trump em pessoa. 

Quando saímos do prédio, mais uma surpresa: começou a nevar!! uahhhh, era o que faltava para garantir o brilho dessa viagem. 

Antes de entrarmos no Central Park, fomos a Fao Schawrtz e a Apple

Ao saímos da Apple nevava bastante, com direito a uma pequena batalha de neve com Mauricio..rs. Muitos patinavam no ringue do Central Park-fiquei tentada, mas acabei não me arriscando :(

Andamos um pouco pelo park e depois voltamos pela Madison Av. Essa rua só tem grife!! até Faberge e Bacarah, além das maisons de alta costura e outras mais "comuns" onde uma suéter simples custava 298 dólares (Polo Ralph Lauren). 

Numa esquina tinha um edifício da Sony. Aí fizemos um tour pelo Sony Lab. Brincar de fazer animação e a experiência de gravar um telejornal foram a diversão (eu ancora e Mauricio, repórter).

Depois de tanto andar uma pausa num pub para descansar e fechar o dia.


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Dia 15: Nova York, NY

Um dia de andança por Nova York, e aqui não poderia ser diferente!

Vimos:

  • a loja da Hershey na Times Square (que tem todo tipo de kisses, e a gente ganha 2 de prova na entrada);
  • o Empire State Building (a subida é cara - 37 dólares, então nada de vista do alto..kkk);
  • a biblioteca pública de NY (muita linda por fora e mais ainda por dentro);
  • o Madison Square Garden (o tour também era caro, 27 dólares, então só o hall..kkkk);
  • o prédio do New York Times (esse era pra Julia..hehe);
  • e o prédio da CBS onde acontece o Late Show do D.Letermam.

No meio disso tudo um "passeio" pela "lojinha" BH, aquela de eletrônicos dos judeus ortodoxos (Mauricio conseguiu o tablet que queria e eu já tenho minha maq. fotográfica. Posso devolver a da Julia..ufa!).

Para fechar o dia fomos ao teatro. Optamos por um clássico - Les Miserables. Musicais mais novos estão com preço bem salgado!! Havia visto na Times Square cartaz de um novo muical-Dr.Jivago, e me empolguei, mas só inicia em março. Desilusão!! A peça é bem melhor que o filme, e o efeito da morte de Javert que persegue Jean Valjean foi bem legal!

Hoje a noite tem previsão de neve. Vamos confirmar amanhã! A temperatura prevista também será de mais frio que hoje (que rolou entre zero e pouca coisa negativa).

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Dia 14: Nova York, NY

Chegamos a Nova York com uma bela surpresa. A paisagem branca de neve. Faz sol, temperatura 32F (0 C) com os campos e telhados brancos.

Nosso hotel é na Broadway com 50th, bem pertinho de vários lugares. Assim, mesmo tendo chegado quase as 16h, já vimos o Rockefeller Center (lindo com seu rink de patinação em ação), St. Patrick Cathedral, Radio City e Times Square (com uma enorme loja de M&M e muito iluminada).

O jantar foi em um pub com uma lager Samuel Adams (bem gostosa) e sopa de cebola gratinada (comida de verdade para variar).

Já compramos e estamos usando protetores de orelha. Uahhh..como ajudam a proteger!!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Dia 13: Nashville, Tenessee

Ontem, depois que saímos do pub, fomos a mais 2 bares com música ao vivo. No início da noite quase todos bares estavam com música ao vivo. Não tão cheios como no sábado, mas bem animados. Aqui o que toca é música country (não mais o blues, que é um som típico dos negros). O pessoal curte bastante esse tipo de música. Em um dos bares dançavam. Tentei convencer o Mauricio a levar um chapéu de cowboy, mas não deu!!!

Hoje fomos conhecer as atrações da cidade. O Ryman Auditorium, já havíamos conhecido no dia do show, e foi bom porque o tour no seu interior estava fechado de hoje até quarta para obras de expansão. O Ryman é um antigo templo protestante construído em 1892, que se transformou em auditório de música country, disputado pelos artistas para gravações de discos ao vivo. A acústica é perfeita. Seus bancos são de madeira como em igrejas. Os americanos que normalmente são educados, aqui dentro viram desordeiros: bebem em enormes copos, derrubando por vezes e não param quietos.

Seguimos para o Country Music Hall of Fame and Museum. Este é o maior museu do mundo dedicado à música country. Fica em uma construção futurista. Estava acontecendo uma exposição do Alan Jackson. Mas não entramos porque o ingresso era muito caro, 25 dólares!! No mesmo prédio tem uma gráfica de 18?? que faz cartazes dos shows em antigas prensas e tipos de madeira, de forma totalmente manual. Tinha para vender o cartaz do show que fomos. Muito interessante a proposta e ver eles fazendo a impressão.

O Music Country Walk of Fame estava em obras. Eles destruíram a praça e estão remodelando totalmente.
Deste ponto vemos todos os modernos prédios construídos nesta parte da cidade, inclusive da At&t. Eles ousaram bastante na arquitetura moderna.

Apesar do frio, atravessamos a ponte sobre o rio Cumberland: a Shelby Street Bridge. Ela foi construída em 1907 simbolizando a prosperidade reconquistada após décadas de pobreza devido a guerra civil do sec.19. Hoje é um calçadão para pedestres, e oferece uma ótima vista do skyline. O estádio do time local-LP Fields fica exatamente em uma de suas margens.

Utilizando o ônibus grátis que circula pelo centro, fomos ao Farmer Market.

Para terminar a andança, visitamos o Parthenon. Trata-se de uma réplica em tamanho real do original em Atenas. Só que esta em tom de barro sujo.hehe..e não faltam pedaços!!!! Foi construído em 1897, funciona como museu de arte e palco para operas e concertos. Dentro tem uma estátua de Athena gigante. Infelizmente não pudemos ver porque fecha as segundas. O Parthenon fica no Centenial Park em Midtown, um bairro com bastante vida.

Hoje está bastante frio. Já estamos vestidos como esquimós!!!!! A roupa tá dando certo!! Não podemos reclamar., pois os 2 dias anteriores foram de temperatura bem agradável. Uma raridade nesta época por aqui.

Para se despedir de Nashville, uma última volta pela Broadway para ouvir música and drink some beer. Tchau Nashville..gostamos muito de você. Quem sabe, um dia voltamos para curtir um pouco mais!!!!

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Dia 12: Nashville, Tenessee

Hoje foi dia de ir conhecer a fábrica do Jack Daniels, em Linchburg, uma cidade a 150 km de Nashville. Conhecemos todo o processo. No tanque de filtragem a carvão por gotejamento do whisky, só o cheiro da bebida me deixou bebinha..hshaha. As arvores que existem ao lado da sala de cozimento ficam negras da fuligem da fumaça. Na época da lei seca, era por esse detalhe que descobriam que havia uma destilaria no local. A fonte de água do Jack Daniels faz parte da propriedade e este é um dos diferenciais da bebida. A água é límpida! Mas nosso tour de 45 min não incluía degustação. Mas o Mauricio levou 2 garrafas diferentes. Alguns tipos só são vendidos na fabrica!

A pequena cidade de Lynchburg é bonitinha. Um vilarejo com jeito antigo, com lojinhas de souvenirs em torno de uma praça, inclusive um pit stop da Harley Davidson. Eles sabem ganhar dinheiro de turista!!!!

Voltamos a Nashville e agora estamos em um pub na Broadway st. tomando um chopp artesanal em um dos muitos bares dessa rua. Ontem, sábado, todos os bares tinham música ao vivo. Hoje, domingo, está mais calmo. Pena!! Conhecer esta região está sendo bem legal, pois realmente nos sentimos nos Estados unidos dos filmes.

Outra coisa que tem nos impressionado é a gentileza dos americanos, brancos logicamente. Aqui não há tantos negros como víamos mais ao sul.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Dia 11: Nashville, Tenessee

Pela manhã deixamos a charmosa Clarkshouse em Clarksdale rumo a Nashville. No meio do caminho fizemos um rápida parada em Tunica. Nesta pequena cidade existem vários cassinos. Entramos em um, mas não entendemos aquelas maquinas caça niqueis eletrônicas e também pareceu sem graça ficar apertando uma tecla e não ver as moedinhas caindo num ganho. Desistimos de fazer uma fezinha!!

Hoje temos um show para assistir no Rymam Auditirium, palco de shows de bons músicos (o DvD ao vivo da Nora Jones é gravado aqui). O auditório fica no início da Broadway St,, que é bem colorida de letreiros de neon dos  inúmeros bares que tocam música country. Também há várias lojas de botas e chapéu de cowboy.

Amanhã com mais tempo, vamos explorar mais esta área. Atrás da Broadway fica o prédio da At&T, que tem o apelido de Batmam, por suas antenas que lembram a máscara do super-herói.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Dia 10: Memphis, Tenessee - Clarksdale, Mississipi

Hoje pela manhã queríamos visitar um parque em Memphis, onde foram rodadas cenas do filme a Firma, e passear de barco a vapor no rio Mississipi. Infelizmente estas duas atrações não funcionam no inverno. Memphis parece uma cidade fantasma. Não vemos pessoas andando nas ruas (só negros moradores de rua) e também não há muitos carros circulando. Será por causa do frio?

Bem, deixamos Memphis rumo a nosso próximo destino: Clarksdale. A estrada é praticamente uma linha reta e totalmente plana. Nas laterais se situam fazendas de algodão. Dos dois lados da estrada e em quase todo o percurso. Como é inverno está tudo seco e podado.

Clarksdale é considerado berço do blues. Aqui está a famosa encruzilhada da rota 66 com 41. Diz a lenda que o guitarrista Robert Johnson (um dos grandes mestres do blues) fez um pacto com o diabo neste local, dando sua alma em troca do sucesso.


Reservamos uma pousada em um grande casarão americano. O local tem 8 quartos e é um charme! É como se tivéssemos em casa. Foi uma bela surpresa esta descoberta.

A noite fomos em 2 clubes de blues, o Ground Zero e Red`s Lounge. O primeiro é bem frequentado, apesar do visual estranhíssimo (parece um armazém abandonado por fora, com sofás velhos na frente e dentro não é muito diferente...rs). O segundo é mais esquisito, ainda. Parece um galpão abandonado, e não dá para imaginar que tem um bar dentro quando se passa pela rua. Só vendo as fotos para entender. Por dentro também não é muito diferente. A música é boa nos 2 bares, além de serem os tops da cidade.

Em todos os locais e na rua há muitos negros, mais que brancos. Dá para ter uma ideia do que deve ter sido a segregação racial por estas bandas do sul americano.



quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Dia 9: Memphis, Tenessee

Este foi um dia dedicado à música!!
Visitamos a casa do Elvis, Graceland. Gostei da casa dele!

Fomos também a fábrica das guitarras Gibson. Muito legal ver os caras produzindo as guitarras, caminhando pelo meio da fábrica. São totalmente artesanais.

Depois visitamos o estúdio da Sun Records. Foi aqui que Elvis, Carl Perkins, Carson e outros grandes começaram.

No meio disso tudo, fomos a um hotel aqui, que tem uma atração inusitada. Alguns patos são hospedes do hotel Peabody. Pela manhã eles descem de seu quarto pelo elevador e vão em fila sobre um tapete vermelho até uma fonte que fica no meio do lobby do hotel, onde nadam até a tarde. As 5h da tarde há a cerimônia de retorno dos patos a seus aposentos, passando novamente pelo tapete vermelho até o elevador. É um show com toda pompa!!

Hoje fez sol mas o frio foi forte. A roupa em camadas aguentou. Só o rosto é que sentia.

Valeu a visita a Memphis, Mas cidade é muito deserta, talvez pelo frio. Não há gente caminhando pelas ruas. Só alguns crioulos esquisitos. A cidade é cheia de pretos em todos os locais.


Hoje fez sol mas o frio foi forte. A roupa em camadas aguentou. Só o rosto é que sentia.
Valeu a visita a Memphis, Mas cidade é muito deserta, talvez pelo frio. Não há gente caminhando pelas ruas. Só alguns crioulos esquisitos. A cidade é cheia de pretos em todos os locais.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Dia 8: Miami, Florida - Memphis, Tenessee

Hoje pela manhã deixamos a Florida rumo ao Tenessee, de avião.

Saida de Nashville pela I-40 para Memphis, terra do Elvis Presley. Chegamos no fim da tarde.

Fomos conhecer a rua dos bares de blues (Beale Street). Muito legal. Você pode entrar em qualquer bar, não paga nada, assiste showzaços de blues. Não há necessidade de consumo no bar. Pode ou não pedir uma bebida no balcão. Entre alguns bares ha conexão interna. Passamos de um bar ao outro só atravessando uma porta, sem precisar ir a rua. Inusitado!

O frio aqui ja se faz sentir..de 0 a 5 graus, mas roupa está sendo suficiente pra agasalhar bem.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Dia 7: Miami, Florida

Hoje foi dia de passear em Miami. Fomos a Coconut Grove (Cocowalk, Viscaya), Downtown (Financial District, Bayfront Park, Bayside) e Miami Beach. Esta ultima é que é bem legal, com o visual dos prédios art déco na Ocean Drive, e a Lincoln Road com suas lojas (apple, Romero Brito) e cafés. (Hofbrauhaus).

Em downtown andamos de metrorail e trolley.


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Dia 6: Fort Lauderdale - Miami, Florida

Fortlauderdale é dividida em 3 partes – praia, mansões com iates na garagem e Las Olas Boulevard com cafés e lojas. Depois vem os prédios de negócios.

Seguimos rumo norte quando deixamos Fort Lauderdale. Del Ray foi nossa primeira parada. É uma praia bonita com casas estilo antigo na Av. Central.

Seguimos pela A1A (entre lagoa e mar) ate Palm Beach, onde almoçamos. Aqui a riqueza extrapa. Grifes de alta costura na Worth Av. e joalherias e galerias. Só faltava o RollsRoyce que apareceu!

De Palm Beach  tomamos o rumo sul até Miami, que chegamos no final do dia.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Dia 5: Naples - Fort Lauderdale, Florida

Antes de deixarmos Naples, fomos até Venetian Bay, agora para conhecer de dia seus canais e praia.

Seguimos viagem para Fortlauderdale. A viagem pela I-75 foi bem tranquila. As estradas são ótimas e muito bem sinalizadas. E já estou me entendendo bem com o GPS.

Antes de chegarmos a cidade passamos pelo maior outlet da Florida, SawGrass Mills. Só ouvíamos brasileiros a nossa volta. Eles vão carregando mala pra dentro do shoppping pra colocar as compras. Há descontos nas mercadorias, mas não é tudo o que falam. Somente em ponta de estoque é que os preços são ÓTIMOS.

Nosso padrão de qualidade, organização e beleza ficou tão alto em Naples, que não achamos Fort Lauderdale tão bonita. A praia é legal, de mar mais agitado.   A rua da praia se chama Atlantic!! Pouco comercio, alguns bares noturnos nesta rua e muitos prédios e hotéis. Uma típica cidade de praia. Jantar no Bubba Gump.