quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Dia 21 : Retorno ao Brasil
Hoje é o dia de retorno ao Brasil. Deixamos o hotel pela manhã para o aeroporto Mcarann, de onde parte nosso voo para Los Angeles e de L.A. para o Brasil.
Fim da viagem.
Goodbye USA.
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Dia 20: Las Vegas
A primeira intenção era hoje ir ao Grand Canyon West. Revendo a distancia: 200km e o fato de hoje já termos programado o show One, achamos que seria risco e correria. Fica para uma próxima conhecer o Grand Canyon. A parte West na realidade é fora do parque e a atração fica mais por conta do skywalk, sendo que não podemos fotografar e a entrada custara com estacionamento $100.
Para compensar voltamos a Cheesecake Factory para um almoço decente.
De la seguimos para Hover Dam, uma hidrelétrica. O que mais nos encantou foi o Lago Mead. Muito bonito.
No retorno a Las Vegas fomos até a famosa placa Welcome to Las Vegas para a clássica fotografia. Ainda tentamos conhecer a Fremont Street em downtown, mas não encontramos a tal rua coberta.
Retornamos ao hotel e fomos para o show One do Cirque D'Soleil que acontece no Mandalay. O show é um musical de tributo ao Michael Jackson. A parte da iluminação negra e do Michael Jackson projetada cantando com o grupo são os pontos altos. Muito bom! Pena não poder gravar nada!
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Las Vegas, NV, USA
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Dia 19: Las Vegas
Hoje já amanheceu sem chuva, mas com muito vento e a temperatura baixou muito (4 graus!). O vento, por vezes, é tao forte que nos empurra. Nas montanhas está nevando, o que nos impede de ir ao Grand Canyon hoje. Então vamos seguir a programação e fazer o tour pelos hotéis da Strip, inclusive para escapar do vento.
Já conhecemos 4 hotéis logo que chegamos: Mandalay, Luxor, Excalibur e Ny-Ny.
Então começamos nosso tour pelo Montecarlo, que tem o Minus 5 bar. Um bar de gelo com temperatura negativa. Ingresso básico com direito ao uso de parka, $19! Caro pra passar frio..kkkkkkk
Próximo: Aria. É um hotel novo e moderno, chiquérrimo. O shopping e as galerias de arte na entrada são lindas e de grife. No hotel há a doceria Jean Phelippe, cujo visual dos doces é tentador. Caminhamos pelo hotel até a piscina. É um luxo e muito elegante. Amei! O Aria é a casa do espetáculo Zarcana do Cirque D'Soleil.
Do Aria passamos ao Cosmopolitan. Na entrada tem um bar com um lustre imenso todo decorado com bolas de cristal. E ao lado um sapato scarpin vermelho gigante!
Na sequência está o Belaggio. Suas atrações principais são a fonte (que vimos anteontem à noite), o jardim de inverno, que agora está decorado para o ano novo chinês, e o teto do lobby decorado com flores gigantes. É um hotel muito bonito. Aqui há também a doceria Jean Phelippe, com a maior cascata de chocolate, ganhou no Guiness Book. Os doces são lindos. O Belaggio é casa do espetáculo O do Cirque D'Soleil.
Continuando nosso tour, chegamos ao Cesar. Ele tem algumas estatuas romanas em seu interior. É enorme. No lado externo há um jardim com chafariz, uma estátua de Cesar, uma imitação pequena da Fontana de Trevi e um Coliseo (que é a casa de espetáculos - até 31/jan tinha o show de Elton John e o próximo será do Rod Stewart). O hotel, ainda tem anexo um shopping gigante com aquelas escadas rolantes em curva e colunas em forma de estatuas gigantes.
Próximo hotel foi o Mirage. O Mirage é a casa do espetáculo Love do Cirque D'Soleil, um musical em homenagem aos Beatles. A principal atração do Mirage são os golfinhos treinados. O custo é de $25. Como já vi golfinhos amestrados, só visitamos a área externa da piscina cheia de coqueiros.
O acesso as piscinas e corredores dos hotéis são fechadas aos hospedes somente. E devido a ventania de hoje, todas as piscinas de hotéis estão closed.
Na sequência temos o Treasure Island. A atração principal aqui é uma guerra entre navios piratas do lado de fora do hotel. O show é grátis com vista da calçada, mas não estava acontecendo quando passamos. Pena! Porque deve ser interessante. A guerra dá direito a marinheiros na água, tiros de canhão e navio afundado. Dizem que, ao assistir, é bom ficar atento a splash zone porque molha um pouquinho.
Aqui atravessamos a rua e seguimos para os bonitos Wynn & Encore. O Wynn tem em sua decoração flores e o Encore borboletas. Passeamos pelos corredores muito bem iluminados com grandes lustres. O Wynn tem um jardim de inverno decorado com bolas de flores e o "Lake of Dreams" (um paredão por onde rola uma cascata que dá numa piscina rodeada de vegetação. Diz que a noite vira palco de uma série de lindas projeções. São chiquérrimos!!
Daqui decidimos retornar, não seguindo para o Stratosphere. A caminhada é longa sem nada interessante no caminho. O principal atrativo do Stratosphere é a torre alta com um miniparque de diversões no topo. Diz que a vista não é tudo aquilo, porque ele está num pedaço mais afastado da Strip, longe da parte mais colorida e iluminada da rua.
Do Wynn & Encore seguimos para o Venetian e Palazzo (você entra num e sai no outro sem nem perceber). Caminhamos pelos canais de Veneza, pela praça de San Marco e terminamos nos corredores do Museu do Vaticano. Nos canais há gondolas com direito a gondoleiros cantores. E chama atenção o teto imitando o céu azul, apesar de estarmos num local totalmente fechado.
Seguindo passamos Linq e Flamingo. Atrás do Link está a roda gigante. Anoitecia e achamos que poderia ser interessante ver a cidade se iluminando com ainda um pouco de dia. Mas por 20min, o preço passava de $25 (até 17h) para $36 (após 17h). Caro! A roda gira super devagar e será que vale já sendo super colorido do chão? Sem subida!! hehehe
Nosso tour termina com a visita do Paris. Como o próprio nome já diz, este hotel imita em sua decoração a capital francesa, com direito a torre Eiffel e Arco do Triunfo.
Como já anoiteceu, quisemos ver novamente as fontes do Belaggio, e para escapar do frio e vento, usamos o trenzinho que liga o Aria ao Belaggio. Como entramos por trás do Belaggio, vimos a área interna da piscina e os jardins a noite. Este hotel é muito bonito. Assistimos 3 espetáculos de aguas dançantes. Eles ocorrem a cada 15 min, nesse horário. Hoje o show foi mais calmo: uma música clássica, música tema do Titanic e música tema da Pink Panther. Bonito!! Mas como são músicas mais calmas as águas são mais dançantes sem aquelas explosões de água tão legais.
Usando o trenzinho retornamos ao Aria e dele caminhamos ao NY-NY, onde vimos um pouco do duelo de pianos no Times Square. É no NY-NY que fica o show Zumanity do Cirque D'Sileil, um show sensual.
Todo esse tour foi a pé. Imagina como estamos cansados andando desde as 10h, e já passa das 20h! Na realidade também não aguento mais ver hotel!!
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Las Vegas, NV, USA
domingo, 31 de janeiro de 2016
Dia 18: Las Vegas
Hoje amanheceu chovendo, então optamos por aproveitar o mal tempo e ir ao Las Vegas Premium Outlet North.
O mais gostoso do outlet foi encontrar a Cheesecake Factory. Optamos por não só comprar uma cheesecake, mas almoçar..e que delicia estava nosso "shared" steak diane. A sobremesa escolhida: 30th Birthday Cheesecake..mais uma cheesecake divina!!
E mais uma vez, meu companheiro de viagem encontrou suas pechinchas! Vejo que para homens existem mais oportunidades. Para mulheres os preços não são tão bons quando convertidos e nada por menos de US$22. O que achei interessante fui comprando ao longo da viagem. Em lojas nas ruas nos deparamos com várias liquidações e seções de clearance, mais vantajosas que outlets. Ainda em Napa passamos por acaso num outlet bem tranquilo.
Retornamos a tarde para o hotel para nos prepararmos para o show do Santana, cujos ingressos havíamos comprado no Brasil. O show acontece no House of Blues no Mandalay Bay. Como é perto de nosso hotel e há o traim para lá, foi o show de música mais tranquilo de chegar que já assisti!! Greatest hits, muitos solos de guitarra, inclusive de bossa nova. Terminou com a canção Smooth (o cantor só precisava de mais potência na voz comparado ao clipe). Bom show!
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Las Vegas, NV, USA
sábado, 30 de janeiro de 2016
Dia 17 - De San Diego a Las Vegas
Hoje estamos na direção de nosso destino final: Las Vegas. São aproximadamente 5 horas de viagem. A paisagem durante a viagem vai mudando, e aos poucos o visual mais árido vai predominando, com montanhas pedregosas, dunas de areia cobertas de vegetação rasteira e arvores de Joshua, tipicas dessa parte do deserto de Mohaje.
Em determinado ponto do trajeto havia uma placa eletrônica de sinalização avisando "dusty ahead". E logo nos demos conta do que se tratava - tempestade de areia! Ventava bastante, a ponto de sentir o carro balançando na direção. A tempestade não era forte na direção que estávamos indo, até entrarmos para Calusco Ghost Town. Em poucos metros não se via mais nada, alem de areia. Mauricio fez meia volta de pronto!! Calusco é uma cidade fantasma. Seria curioso ver, mas a tempestade não permitiu!
Na chegada a Las Vegas já avistamos da estrada os prédios de vários hotéis com seus formatos diferentes e megalomaníacos.
Nosso hotel é o Excalibur. O checkin já foi diferente do usual, pois o front desk é enorme com inúmeros atendentes e a fila de hospedes é arrumada por divisórias organizadoras de fila. E há fila de hospedes para registro! (isto é igual em todos os hotéis, como descobrimos depois!). E quando entramos no hotel já caímos no cassino. Boas-vindas a Las Vegas! rs...
Como é dia ainda e ao lado de nosso hotel ficam o Mandalay Bay e Luxor, fomos logo visita-los utilizando o trenzinho que faz a ligação entre esses 3 hotéis. Passear pelos hotéis da Strip ou Las Vegas Blvd, descobrindo as atrações especiais de cada um deles, é um dos principais programas em Las Vegas.
O Mandalay é o primeiro hotel da Strip, um prédio moderno dourado e espelhado. Sua atração principal é o Sharf Reef Aquarium (Aquário de tubarões), que não fomos (depois de conhecer o Monterey Aquarium não valeria!). Aqui vimos a primeira sala de apostas em turfe! É todo tipo de jogo!!
Caminhando pelo corredor de lojas do Mandalay chegamos a pirâmide do Luxor, com direito a esfinge e outras estatuas egípcias. Os quartos e corredores seguem o interior da pirâmide. Uma arquitetura super diferente!
Na sequência chegamos ao nosso hotel, Excalibur, que é mais legal por fora que por dentro. Ele tem o visual de um castelo encantado.
Saindo do Excalibur cruzamos uma passarela sentido New York, New York. O NY-NY imita por fora prédios de Manhanttan, Estátua da Liberdade e a Brooklin Bridge. A atração do New York é uma montanha russa que dá volta em torno do hotel. A noite tem um duelo de pianos num barzinho chamado Times Square. Aqui tem também uma loja da Hershey's (mas não tem kiss de degustação na entrada como na da Times Square em Nova York..snif).
Do NY-NY atravessamos a rua para o Gran MGM e fomos direto para loja do M&M, com seus cinco andares. Parece igual a da Times Square em Nova York! Compramos um saquinho de minis M&M.
Na sequência tem a loja da coca-cola, onde ainda consegui uma foto do urso da coca-cola!
Daqui seguimos para o Bellagio passando rapidamente por dentro do Cosmopolitan. Nosso objetivo era ver o show da fonte que dança na frente do hotel. Vimos 2 músicas diferentes: primeiro foi do Elvis e a segunda All that jazz. Os shows de água seguem o ritmo da música, sendo, portanto, diferentes. Amei!
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Las Vegas, NV, USA
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Dia 16: San Diego
Nosso destino principal hoje são as praias no entorno de San Diego. Mas antes de sair da cidade fomos conhecer a Old Town. Aqui estão alguns prédios históricos restaurados e outros recriados em torno de uma Plaza central, dando o ar de um povoado espanhol do final do sec XIX. Este local é a origem da cidade de San Diego.
Daqui seguimos no sentido norte rumo as praias. Nossa primeira parada foi em Pacific Beach. Aqui se destaca o Crystal Pier, um pier de madeira com boa vista da praia e que em suas bordas tem um conjunto de chalés para hospedagem. Super diferente e um charme! A praia é grande, mas tem pouquíssima faixa de areia, talvez porque o mar está bem forte, com boas ondas para surfar. Na rua da orla muitas pessoas caminhando e andando de bike. Bem agradável!
Daqui seguimos para La Jolla, que tem um visual diferente de Pacific Beach. Aqui há boas casas, lojas e restaurantes. E também vários surfistas de todas as idades, com pranchas curtas e longas. Eles param os carros, e na rua mesmo vestem/despem suas roupas de neoprene. Seguimos dois deles para a praia e acabamos pairando exatamente no local onde acessam a praia. Uma escadaria que desce até as pedras, pois a praia não tem faixa de areia. Eles caminham sobre essas pedras até entrar na água com suas pranchas. Bem legal!
Na sequência há várias outras praias, mas retornamos, passando por Mission Bay. Nesta, é possível aproveitar a praia e o mar, uma vez que tem faixa de areia, e por ser baía é mais calma (as outras que passamos tem ondas bem fortes).
Descendo mais um pouco ao sul chegamos a Point Loma, uma península donde se tem boa vista da entrada da baía de San Diego e do skyline da cidade. Ha ainda um farol na ponta da península e um cemitério militar. Boa parte desta área é base da marinha americana. O cemitério é bem grande, com bela vista (?!) e chama atenção a organização e padronização das lapides simples.
Daqui precisamos retornar a San Diego para ir a Coronado. Como é hora do rush (16h), passamos por algum engarrafamento até cruzarmos a ponte que liga o centro à cidade de Coronado, que se situa no alto de uma outra península bem no centro da baía de San Diego. Aqui vimos bonitas casas, butiques e restaurantes. E se destaca o Hotel Coronado, de frente para a praia. A praia tem areia branca, fina e com boa largura, um diferencial em relação as outras praias que vimos hoje. O hotel Coronado é muito bonito e se destaca nesta ponta da praia. Este é o local mais charmoso porque passamos hoje.
Nossa despedida de San Diego foi num pub em Gaslamp Quarter, que fomos a noite. O local estava bem movimentado, com os bares e restaurantes bem disputados, e muita gente andando pela rua. Experimentei um chopp California Creamy, que vale aqui registrar pelo sabor gostoso de creme que fica ao final de cada gole.
No retorno ao hotel chamou a atenção a quantidade de homeless. Na verdade, isto tem chamado a atenção nas grandes cidades californianas.
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San Diego, CA, USA
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Dia 15 - San Diego
Dia dedicado a conhecer o centro de San Diego. A rua principal é a Broadway, e por ela chegamos a estação de trem Santa Fe. Ela tem as torres e o interior azulejados. Bonita. O edifício mais alto da cidade, o America Plaza fica em frente. Parece haver uma competição arquitetônica na cidade, especialmente entre os hotéis em frente a baia de San Diego.
A orla da baia de San Diego tem um passeio, Embarcadero. Nele estão o porto comercial e militar. Aqui vimos o Brodway Pier, de onde partem excursões de barco pela baia. Ao lado está o US Midway, um porta-aviões da Marinha ativo por 70 anos, que atuou na 2a. Guerra até a guerra do Golfo em 1991. Hoje é um museu. Foi muito legal a visita: hangar, pista de pouso, as salas de comando e controle, sala de instruções dos pilotos, acomodações do comandante. Os guias e explicações são dados por aposentados que serviram nesse porta-aviões. Adorei! Quase me senti um Tom Cruise em Top Gun.
Daqui seguimos para o Seaport Village, um conjunto de lojas e restaurantes à beira da baía, bem bacaninha.
Um pouco mais a frente passamos pela Marina, com uma profusão de enormes lanchas, e logo a seguir está o Convention Center, uma construção em forma de Galeão.
Atravessando o centro de convenções, já avistamos a entrada do Gaslamp Quarter a frente. Ha inúmeros, restaurantes, lojas e edifícios antigos muito lindos. Os prédios Louis Bank of Commerce e Yuma Biilding (onde tem a mesma chapelaria que vimos em San Francisco) são os que se destacam na Fifth Ave. A noite as ruas com os lampiões da iluminação publica acessos, além dos letreiros dos restaurantes e lojas, dão uma vida especial ao local.
Ainda visitamos o Horton Plaza, que tem o Westfield shopping, mais exemplo de shopping aberto.
Na volta pro hotel compramos um vinho Merlot da Vinicola Beringer (que visitamos em Napa) para apreciar no hotel enquanto começamos a arrumar as malas para o retorno.
Sam Diego é uma cidade simpática!
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San Diego, CA, USA
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Dia 14 - De Santa Monica a San Diego, visitando a Disneyland
A primeira proposta de programação para hoje era ir a Hollywood fazer o tour clássico: calçada da fama, Chinese Theater, Teatro do Oscar, letreiro de Holywood, Hollywood Bowl e Sunset strip. Mas depois do incidente de ontem, o transito caótico e engarrafado de Los Angeles e a dificuldade para estacionar, meu companheiro deu-se por satisfeito de Los Angeles e não quis mais ir para Los Angeles.
Então para substituir Los Angeles, decidimos que iríamos a Disneyland, que não estava contemplada originalmente nessa viagem. Fizemos o checkout e fomos rumo a Anaheim.
Na chegada ao estacionamento, senti a emoção de estar indo a Disney (só achamos caro e exagero cobrarem o estacionamento de $18 com o preço salgado do ingresso!!). Fomos de trenzinho até a entrada (o passe de 1 dia está $99). Achamos interessantes os ingressos: o meu com a figura da Minie e Mauricio com o Mickey. Isto é Disney e vamos curtir no tempo que temos, que não é muito, pois ainda temos de chegar a San Diego hoje.
Depois das fotos iniciais na entrada, adentramos a Main Street com a tradicional bandinha de boas-vindas e logo de cara alguns personagens: Tico (ou o Teco?), Pateta e Minie!
Fomos primeiro para Tomorrowland e o primeiro brinquedo: Star Tours - the adventures continues. Este é daqueles que entramos num simulador com óculos 3D. Então é bom se preparar para a viagem espacial que faremos. A minha vizinha de cadeira me alertou para apoiar a mão no segurador existente no braço da poltrona, pois teríamos paradas e quedas bruscas. Dito e feito, é uma viagem espacial alucinante, cheia de escapadas de ataques. Show quando o Darth Vader tenta impedir a nave com o poder do lado negro da força. Nossos pilotos são R2D2 e C3PO. Mauricio saiu maravilhado do brinquedo (e já disse que gostaria de ir de novo - efeito Disney..kkkkk). De lá, entramos no Star Wars Launch Bay, onde estão roupas e objetos usados no filme. Ha também os bonecos de personagens do filme para coleção. Preço: $240 !!
Próximo brinquedo Finding Nemo Submarine Voyage, um passeio de submarino na estória de Nemo. Entediante e sem graça! Rumamos para a Fantasyland, mas infelizmente It`s a small word estava fechado (na entrada do parque isto já era avisado). Frustrante! Nesta terra só fomos ao Castelo da Bela Adormecida. Os demais brinquedos só vimos, enquanto atravessávamos esta terra da fantasia. Os brinquedos aqui sao bem infantis. Atrás da Fantayland está a Toontown. Aqui fizemos um lanche enquanto nos sentíamos em um desenho animado e por aqui apareceu o Pluto.
Próxima parada - Pirates of the Caribbean em New Orleans Square (que é uma gracinha). Este brinquedo é um clássico, assim como a Haunted Mansion, que também fomos nesta mesma área. Como o tempo urge, era hora de nos despedirmos do parque. Já eram 15h15 e tínhamos 86 milhas para fazer até San Diego. Ao nos dirigirmos para a Main Street, fomos obrigados a dar mais um tempo na Disneyland, pois estava rolando uma parada com as princesas, Rei Leão, Peter Pan e sua turma, Mary Poppins. Show para encerrar esta visita!!!
Chegamos a San Diego já noite, e mais uma vez por autoestrada, pois não há como fazer o GPS nos levar pela Pacific Coast (Hwy 1).
Nos hospedamos e fomos jantar na região indicada pela atendente do hotel: Little Italy. Fica a poucas quadras do hotel e cheia de restaurantes bonitinhos. Clima bem legal por aqui. A pizza e o vinho não foram grande coisa, mas o astral do local compensa.
Um descanso, pois amanhã tem mais!
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Dia 13 - Santa Monica, Los Angeles
Nossa programação, hoje, incluía passear em Bervely Hills e Hollywood.
Começamos nosso roteiro indo para Bervely Hills no chamado triangulo dourado. Este triangulo é formado pelas ruas Santa Monica Blv., North Crescent Dr e Wilshire Blv, tendo a Rodeo Dr. como a rua central dessa região. E foi por esta que concentramos nossa caminhada, observando as lojas e vitrines das mais famosas grifes: Prada, Chanel, Dior, Gucci (que mais chamava atenção e mal gosto das peças), Ferragamo (que tinha bolsa para homem na vitrine), Armani etc etc. As ruas paralelas a Rodeo Dr, North Bervely Hills e North Canon Dr tem lojas de grife mais acessíveis como Levi's, Create & Barel (cozinha, moveis e decoração que visitamos em San Francisco), Gap, William- Sonoma (utensílios de cozinha, mesma que visitamos em San Francisco e Sonoma) etc. Para encerrar esta caminhada fomos até a entrada do Hotel Bervely Hills Wilshire, onde foi gravado o filme "Uma linda mulher (Pretty Woman"). Ele fica no final da Rodeo Drive, quase de frente para uma escadaria bem charmosa. Não deu para entrar no hall do hotel, porque nosso tempo de estacionamento se esgotava.
Antes de seguir para nosso próximo destino, demos uma volta de carro pelas ruas onde havíamos estacionado, para ver as casa dos bacanas de Bervely Hill. Em algumas ruas não é permitido estacionar, somente aqueles veículos autorizados. Ou seja, na frente da casa dos bacanas não pode estacionar apesar da larga rua. Seguimos para ver algumas casas de artistas. Neste local de Bervely Hills as casas são mais chiques que as anteriores, e pode estacionar sem problema! A primeira casa que vimos foi a de Faye Dunaway (714 Palm Dr). Depois a antiga casa de Rita Hayworth (512 Pakm Dr). Na 707 Canon Dr. vistosas palmeiras marcam a casa de Kirk Douglas. Na 725 Rodeo Dr. ficava a casa de Gene Kelly. A casa de Gene Hackman fica no 9906 Sunset Blv. Quando seguíamos para o endereço de uma das ex-casas de Elvis Presley tivemos uma "nova" experiência, um carro nos bateu na traseira em um cruzamento.
Não foi nada sério. Só quebrou o para-choque e no outro carro o farol e para-lama. O outro motorista foi muito gentil e tranquilo, nos auxiliando na ligação para a locadora e telefonando para a Polícia de transito para registro da ocorrência necessária para o seguro e troca do carro. A policial que atendeu a ocorrência também foi gentil e tranquila. Como temos seguro total no aluguel (havíamos contratado este seguro extra!!), não tivemos nenhum prejuízo, só o tempo de ir a locadora no aeroporto e trocar de carro. E, de quebra, escolhemos um outro modelo que cabe as 2 malas no porta-malas (porque o que tínhamos só cabia uma e a outra ficava no banco traseiro). Aproveitamos, ainda, para trocar o GPS que tinha problema no sensor de luz e vivia apagando. O que mais ficou prejudicado foi nosso passeio por Hollywood, que acabamos não indo. Voltamos para Santa Monica para assistir ao pôr do sol e curtir o ultimo dia em Santa Monica.
A cidade de Santa Monica está encravada num alto penhasco, acima da baia de Santa Monica. Ao longo da beira do penhasco, sob a sombra de palmeiras, fica o Palisardes Park que oferece ótimas vistas da praia e da baia além do pôr do sol. Visto o por do sol fomos ate o pier para andar na roda gigante. A experiência foi legal, mas dá um pouco de medo, quando balança.
Então para relaxar um chopp na orla e depois deixar meu companheiro fazer mais compras na Third Promenade (ele virou cliente assíduo da loja da Quicksilver, sendo este o terceiro dia de compras nessa loja!! Com a loja fechando a liquidação total era de desconto de 70% em qualquer peça, e hoje subiu para 80%, então mais compras!! kkkkkk)
Pra fechar o dia, Cheesecake!!
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Dia 12 - Santa Monica, Venice Beach, Malibu
Mais um dia de sol!! Hoje fomos a Venice Beach, que fica encostado a Santa Monica no sentido sul. Venice é o oposto de Santa Monica. Digamos que aqui encontramos uma "fauna" diferente. O lugar tem um visual bem bagunçado, com aquele comercio vagabundo de praia, e muitos grafites. A lembrancinha típica são cabeças de caveira multicoloridas em vários tamanhos. Outra particularidade são os "consultórios" dos doutores verdes que oferecem tratamentos nada ortodoxicos: vendem receita para a compra legal de maconha. Tem também a academia de musculação ao ar livre, Muscle Beach, com muitos marombeiros malhando e se exibindo. Vimos um que era a figura mais estranha, não dá para descrever: moreno quase da cor da sunguinha, que não tinha recheio atrás, com cara de cowboy, segurando um rádio com caixa de som no ouvido e com seu olhar fatal. Dá para imaginar a figura! Pena que não tive coragem de fotografar porque ele atravessou na nossa frente. O show legal mesmo ficou por conta dos skatistas. A pista é cheia de manobras e o pessoal arrasa pra valer. Nunca tinha visto igual. Dá prazer de ver as manobras. Continuamos seguindo na rua da praia até entrar para ver os canais. De início foram decepcionantes com casas toscas as suas margens. Mais para a frente perto da Dell Ave o visual era mais bonitinho com casas mais bacaninhas. Os canais tinham praticamente uma lamina d' agua e em vez de barcos existem caiaques nas portas das casas. Sobre os canais há pequenas pontes de madeira.
Vista Venice fomos na direção norte rumo a Malibu, que fica na sequência de Santa Monica. A praia é grande, alguns poucos surfistas (3), talvez porque as ondas eram muito fracas e fim de tarde de inverno. Optamos por ficar na praia esperando o pôr do sol, e não arriscar perde-lo indo de volta pra Santa Monica. De início nos decepcionamos com Malibu. Mauricio não acreditava que era ali e perguntava a várias pessoas, onde era downtown Malibu, e todos diziam, "aqui mesmo onde você está”. Segundo os locais a praia tem sempre muitos surfistas durante todo o ano. Para esperar o pôr do sol, decidimos caminhar pela praia e acabamos encontrando visual típico de Malibu: casas na beira da areia da praia. As casas são separadas somente pelos muros laterais e são casas por toda a extensão da praia, a perder de vista. Não há nenhuma servidão publica de acesso à praia entre as casas. Malibu é uma praia cercada por uma cadeia de morros, onde também existem muitas casas. O pôr do sol foi bonito, sem nenhuma nuvem no horizonte. Com a noite chegando voltamos para Santa Monica. Durante todo o percurso ha casas de frente para a praia bloqueando o visual da praia e o seu acesso. Não há nenhum acesso público à praia.
Pra fechar o dia mais uma volta na Third Street Promenade, hoje bem mais tranquila. E mais pechinchas tipo 80% OFF, compre 1 e 50% em outra peça!
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Santa Monica, CA, USA
domingo, 24 de janeiro de 2016
Dia 11 - De Santa Barbara a Santa Monica
Saímos a caminhar pela manhã em Santa Barbara, visitando alguns pontos:
- Stearn' s wharf, onde se tem uma bela visão da praia , da cidade e das montanhas que rodeiam a cidade (é o mesmo pier que caminhamos ontem à noite).
- State Street, com suas variadas lojas, galerias, bares e restaurantes (a mesma que andamos ontem à noite). Foi bem interessante ver o movimento a noite e de dia. A cidade está animada, pois estamos num fim de semana de sol numa cidade praiana. Sorte ser inverno, porque no verão deve ser lotada de gente.
- Courthouse, onde subimos a torre do relógio. De lá se tem uma vista de 360 graus da cidade. Ela é bem plana, com as montanhas ao fundo. Na descida paramos no andar do relogio, onde vemos a máquina funcionando.
Segundo o guia de viagem Los Olivos é uma cidadezinha com bons restaurantes e vinícolas, e onde se localiza o restaurante Los Olivos & Wine Merchant que é o restaurante do filme Sideways. Neste retorno ainda poderíamos voltar a Solvang com um pouco mais de luz do dia já que Los Olivos e Solvang são bem perto, Embora o guia diga Solvang ser " 200 vezes mais turística e mais sem graça que Los Olivos", preferimos curtir Santa Barbara, e ainda chegar a Santa Monica de dia.
Após o checkout, deixamos o carro estacionado no hotel e retornamos a State Street, rumo a missão Santa Barbara. Foi uma boa caminhada. A missão está bem cuidada e é bem grande e bonita. Para descansar os pés na volta para o hotel, optamos pelo pequeno ônibus elétrico que faz o trajeto até o Waterfront.
Deixamos Santa Barbara pela margeando a praia. De volta a estrada, nosso destino é Santa Monica, indo pela Hwy 1. Encostado em Santa Barbara está Montecito, uma cidadezinha simpática, praia dos ricos e famosos de L.A. Segundo a dona do hotel, se formos a um café aqui podemos ter a sorte de sentar ao lado de um artista de cinema. rs. Mas seguimos viagem.
A estrada segue bem perto da praia. Em uma delas há uma serie de motohomes, como se fossem casas de praia.
Mais uma vez o GPS nos sacaneou com sua mania de autoestradas e nos colocou na Hwy 101, nos tirando da Hwy 1 que margeia a costa, a despeito de termos colocado Malibu no primeiro destino com a intenção de fazer a Coast Road. O GPS cisma de dar as maiores voltas só para ficar nas autoestradas e não sabemos como alterar isto!
Perdemos um belo pôr do sol na costa, pois a entrada em Santa Monica foi um grande engarrafamento, só para fazer um quarteirão. Segundo a recepção do hotel, é sempre assim num fim de semana de sol.
O hotel fica ao lado da Third Stret Promenade e a uma quadra da praia. Esta rua é repleta de lojas, todas as conhecidas: Gap. Banana Republic, Forever 21, H&M, Apple, Quicksilver etc etc. e vários one-man band, alem de casais dançando salsa na rua. Por aqui está tudo em liquidação de inverno como em outras cidades, com descontos que batem qualquer outlet. Mauricio está fazendo a festa. Encontrou bermudas e camisetas bem..bem baratas mesmo! Só pra ter ideia dos descontos a conta na Quicksilver de US$125,49 com o desconto ficou em $41,22 (desconto de $87,85 !!) e na Gap as camisetas custaram $3,99 !!
Para jantar optamos por um footlong hotdog de jantar. Imaginem o tamanho do hotdog pelo nome, e ainda vinha com batatas fritas bem crocantes. Esta opção de sanduiche, que esperávamos pequeno, tinha como motivo a vontade de comer novamente uma Godiva cheesecake da cheesecake Factory. E comemos! hummmmm.
Seguimos então para a praia indo até o pier de Santa Barbara, que tem um parque de diversão com uma roda gigante bem iluminada. O pier também é de madeira com vários restaurantes e a primeira loja do BumbaGump. Do pier vimos 2 focas (ou seriam leões marinhos???) que pareciam curiosas com a galera no parapeito que as observava. O pier é o ponto final da lendaria ROUTE 66, que liga Chicago a Los Angeles.
Hora de retornar ao hotel e descansar!
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Santa Barbara, CA, USA
sábado, 23 de janeiro de 2016
Dia 10 - De Carmel a Santa Barbara, passando pelo Big Sur e Solvang
Deixamos Carmel visitando o rancho-hotel de Clint Eastwood: Mission Ranch. Um rancho com quadras de tenis, ovelhas e a vista do mar. Mas o Clint não estava lá! kkkk
Saindo da cidade vimos uma missão espanhola. Nosso destino a seguir: BIG SUR. Com o tempo que temos só poderemos ver as principais atrações, seguindo as dicas que temos para uma primeira visita nesta região:
- Assim que passamos por Point Lobos, que fica logo após o Mission Ranch, temos GARRAPATA BEACH. São inúmeras pequenas saídas no acostamento para ver o visual e muitas fotos. Mas este é só o começo!
- Passando o Garrapata Park começam os rochedos no mar e as curvas ficam mais estreitas. Um desses puxadinhos no acostamento nos proporciona uma linda vista da ROCKY BRIDGE, a primeira ponte do trajeto, muitas vezes confundida com a famosa Bixbay Bridge.
- Assim que passamos a Rock Bridge, vemos a BIXBY BRIDGE. O melhor ponto para fotografa-la é num puxadinho de acostamento que cabem somente 2 carros. Além desse mirante improvisado, também fotografamos do Vista Point. A ponte é uma bela obra de engenharia.
- Pouco depois da Bixby Bridge está o HURRICANE POINT, um mirante de onde se tem uma bonita vista da costa e um pedacinho da Bixby Bridge
- Após o Hurricane Point, vemos o POINT SUR LIGHTSTATION, que de longe parece uma ilha, mas é um rochedo grudado na costa
- nossa próxima parada é no JULIA PFEIFFER BURNS STATE PARK. Para economizar os US$10 de estacionamento no parque, paramos no acostamento do outro lado da entrada do parque, junto com muitos outros carros que fazem o mesmo. Após estacionarmos, fizemos uma pequena caminhada de 5 min rumo a praia. A trilha é fácil e logo vemos o show dessa trilha: uma cachoeira que jorra agua diretamente na praia na arrebentação do mar. Muito lindo e diferente. A trilha termina nos pés da antiga casa dos Pfeiffer, onde há um mirante com bela vista da cachoeira e da costa.
- de volta a estrada passamos pela BIG CREEK BRIDGE, mais uma bonita ponte. Logo depois da ponte há um mirante (GAMBOA POINT) com belas vistas da ponte e das formações rochosas do Pacifico.
- Passando do Limekilm Park, entramos numa região de pequenas praias escondidas. Só vemos as escadinhas que descem do acostamento da Hwy 1.
Passando o BigSur, entre o Parque Nacional de los Padres e San Simeon ainda temos vários mirantes.
Em San Simeon tivemos uma vista fantástica na praia, vários, muitos, leões marinhos na areia da praia com filhotes sendo amamentados. É impressionante a quantidade desses bichos. Tinha até uma ainda suja de sangue com o filhote ainda molhado. Devia ter acabado de nascer.
Na sequência chegamos ao Hearst Castle. Em função da quilometragem que ainda temos até Santa Barbara e o tempo do tour pelo castelo, que só pode ser guiado, desistimos da visita. O mais interessante parecem ser as 2 piscinas, grega e romana, que estão em todas as fotos do Castelo. O restante do tour passa por 4 salas e conta as excentricidades do Hearst na construção deste castelo.
Seguimos viagem, passando ao largo de Morro Bay e a cidade de San Luis Obispo.
Chegamos por volta de 5h em Solvang, uma cidadezinha com construções de madeira e direito a moinhos de ares dinamarquesas. São inúmeras lojinhas, tasting wines, confeitarias, com aquele ar de cidade de natal. Ainda conseguimos pegar o finalzinho da tarde. À primeira vista Solvang é tão bonitinha que a primeira reação é fotografar e querer ficar. Optamos por tomar uma cerveja na Solvang Brewring (já anoiteceu) para descansar um pouco antes de chegarmos ao nosso destino final do dia. Se tivéssemos parado no Castelo teríamos chegado aqui somente a noite.
Seguimos até Santa Barbara, que fica a menos de 1 hora. Fizemos o checkin no hotel. Na recepção tem um casal de china de certa idade (são os donos). O velho é bem devagar e atrapalhado. Mas a esposa é despachada e simpática, dando um mapa da cidade e várias dicas de onde comermos e passear na cidade. Deixamos as malas e fomos rumo a orla, que fica a uma quadra do hotel.
Na beira-mar são vários hotéis, estilo motel americano, bem bacaninhas. Chegamos até o pier de Santa Barbara. É todo de madeira com alguns restaurantes. Andamos em todo o pier.
Em frente ao pier fica a rua principal, State Street. Seguimos esta rua que é repleta de bares, restaurantes e lojas. A rua está super animada, lembrando que hoje é sábado. Tem bares para todos os gostos e aqueles com música tem uma galera jovem na porta e dentro. Optamos por um pub microcervejaria. Para acompanhar a cerveja pedimos uns drumetes de frango que estavam hiperpicantes. Na primeira mordida o lábio ardia totalmente. Só conseguimos comer raspando o tal molho por cima..hehe.
Santa Barbara é bem agradável.
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Big Sur, CA 93920, USA
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Dia 9 - Carmel & Monterrey
Pela manhã saímos rumo a Monterrey, passando pela 17 Mile Drive. As vistas do mar são fantásticas. Apesar do céu cinza a cor do mar era de um lindo verde; imaginamos com céu azul como seria, então!! São 21 pontos de parada nesse percurso. Paramos em quase todos. Um deles é do Cipreste solitário, incrustado em um rochedo. É uma pena estar chovendo esta manhã! Este local tem a maior concentração de clubes de golf que já vi. E as casas são de ricaços.
Findo o passeio pela 17 Mile Drive seguimos para Monterrey, onde visitamos o Monterrey Bay Aquarium. O aquário é bem bacana, mas destacamos o show dos cardumes de sardinhas nadando em círculos e as aguas vivas, das minúsculas as maiores. As lontras também fazem um show a parte no momento do almoço!
Depois de um rápido almoço, passeamos um pouco pela Cannery Row.
Retornamos a Carmel por volta das 15h, objetivando passear passear pela praia e pela Ocean Avenue e suas transversais com charmosas lojinhas e galerias. Como a chuva castigava, a opção foi passear em algumas lojas: a loja de brinquedos Thinker Toys, a charmosa Anthropologie, e a ótima loja de utilidades de cozinha Sur la Table. Estas duas estão localizadas no Crossroads Shopping Village, onde também encontramos a Cheese Shop, uma loja com uma enorme variedade de queijos. Provamos alguns, e optamos por um queijo feito com leite de cabra e de vaca muito saboroso.
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| Interior da Thinker Toys |
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| Crossroads Shopping Village |
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| The Cheese Shop |
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| Salumeria Lucca |
Vamos fechar a noite fazendo um picnic no quarto do hotel com um vinho rose de Napa (que compramos no supermercado em Sonoma), acompanhando o queijo, pão e tapenade comprados aqui. Tears!!
Estamos torcendo por um dia melhor amanhã de manhã, para fazermos as fotos da praia, antes de seguir para Santa Barbara. Todos falam para ver o pôr do sol em Carmel, mas o tempo não ajudou nestes 2 dias, infelizmente.
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Carmel-By-The-Sea, CA, USA
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Dia 8: De Sonoma a Carmel
Viagem de Sonoma a Carmel, passando por Berkeley.
Queríamos atravessar a Bay Bridge e depois seguir pela Hwy 1, mas o GPS nos levou a I-888 até o final da Baia de San Francisco pelo lado leste, e depois retornando pelo lado oeste quase até San Francisco, passando novamente pelo Silicom Valley (eta GPS que só gosta de autoestrada!!) Vimos os prédios da Nasa, Microsoft, Polycom, Seagate, Evernote, Dell, Stadium Oracle.
Depois de alcançarmos a Hwy 1, fomos costeando o mar parando para fotos e também uma parada em Pigeon Point Lighthouse, que tem um vento cortante.
Todo esse trajeto tem várias praias com belas vistas. Chegamos em Carmel no final da tarde. Fizemos o check-in e como estamos a 2 quadras da rua principal, fomos dar uma volta aproveitando o fim de luz do dia. A cidade é muito charmosa, com muitas lojas, especialmente galerias, joalherias e lojas de objetos turcos.
Jantamos no Dametra Cafe. Como ainda era cedo decidimos caminhar até a praia, só que sob a luz da lua e da iluminação das casa e lojas, pois a cidade não tem iluminação pública!!!
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Carmel-By-The-Sea, CA, USA
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Dia 7 - Vinicolas em Sonoma e Napa valley
Hoje é mais um dia de visita as vinícolas de Sonoma e Napa Valley, mas como tudo aqui só abre a partir das 10h, fomos primeiro ao centro histórico de Sonoma (que fica ao redor da praça principal, há uma quadra do hotel). Fotografamos os vários prédios da missão que existiu por aqui. Sonona é a última e mais distante missão que os espanhóis criaram na Califórnia que guarda ao redor da pracinha principal várias construções dessa época (séc. 19). Algumas hoje são ocupadas por bares de vinho, lojas, restaurantes e hotéis. Ainda há uma parte e uma igreja para visitação.
Depois das fotos é hora de pegar o carro rumo as vinícolas. Primeira visitada foi a Robert Mondavi (em Oakland). Essa é uma das vinícolas mais famosas do Vale e uma das responsáveis pela fama internacional que Napa conquistou. A estrutura é grande e bonita, lembrando a arquitetura das missões espanholas. Degustamos uma taça de chardonnay nos jardins.
Seguimos rumo a V. Sattui. É a mais antiga vinícola de Napa. Além de degustações (não fizemos!), a Sattui tem um mercado que vende frios, queijos, pães e comidas prontas para se fazer picnic. E foi este nosso almoço. Compramos salame e pão e fizemos picnic nas mesinhas disponíveis no jardim (a bebida foi coca!). Lembrando que dirigir e beber não combina e que pode dar cadeia na Califórnia, meu companheiro no papel de motorista, não quis arriscar, e eu não tenho como beber as 4 taças dos tasting sozinha.
Findo picncic, fomos rumo a Hall Wines. Hall é uma das vinícolas mais modernas de Napa. Em sua decoração estão obras de arte e o salão de degustação é todo moderno de vidro. Beber vinhos nos jardins da Hall parece um programa excelente. Foi a única onde vimos os vinhedos sendo regados automaticamente por inúmeros aspersores. Fiquei com muita vontade de experimentar o vinho (as indicações eram muito boas), mas só disponibilizavam o tasting completo por $30 que inclui 4 vinhos diferentes. E as taças de degustação são quase cheias. Caro e muita quantidade só para mim.
Seguimos passando pelo centro da cidade de Santa Helena. A cidade é bem bonita e visivelmente de padrão requintado.
Procurando a Beringer Vineyards, acabamos encontrando a The Culinary Institute of America, uma escola de gastronomia. Pura sorte de encontrarmos este lindo prédio. Entramos, vimos alguns estudantes em seus trajes de "chef" aprendiz e visitamos a loja de apetrechos culinários. Tinha de tudo necessário a um chef, mas o preço...salgado!!
Saindo da cidade chegamos a Beringer Vineyards. Ela é uma das vinícolas mais antigas e tradicionais de Napa e suas instalações lindas. O tasting era $35 e incluía também 4 tipos. Dessa forma não tive como experimentar mais uma vez. Deve ser muito gostoso sentar na varanda da casa principal (que lembra a escola do Harry Potter) e apreciar o tasting sem pressa.
Deixando Santa Helena fomos rumo a Calistoga para visitação da Chateau Montelana. Ela tem um lago e um castelo de visual bem antigo. Aqui também só tasting de 4 tipos ($25). Então só fotos!
Para encerrar a rota fomos rumo a Healsburg, uma cidadezinha de Sonoma County, paraíso dos foodies. No centrinho são vários restaurantes e galerias de arte. Tudo aqui é mais caro que em outras cidadezinhas. Aqui tem o Shed, um misto de mercado gourmet restaurante e loja de coisas para cozinha e horta. Moderno e muito bonito. Por curiosidade tínhamos a indicação do Lucia Café, um restaurante da nova cozinha (?) portuguesa, e decidimos jantar experimentando o caldo verde ($9). Este foi o jantar mais completo: entradinha de beterraba cortesia (diferente, mas gostei), a sopa (com um tempero tipo cominho que diferenciava bastante do gosto original e a couve eram alguns pedaços e não a mineira), docinho de amendoim com coco de sobremesa também de cortesia, e água com rodela de limão de cortesia. Completo e perfeito pelo preço...kkkkkk.
Já noite, hora de voltar para Sonoma, encerando nossos dias no Nappa Valley.
Depois das fotos é hora de pegar o carro rumo as vinícolas. Primeira visitada foi a Robert Mondavi (em Oakland). Essa é uma das vinícolas mais famosas do Vale e uma das responsáveis pela fama internacional que Napa conquistou. A estrutura é grande e bonita, lembrando a arquitetura das missões espanholas. Degustamos uma taça de chardonnay nos jardins.
Seguimos rumo a V. Sattui. É a mais antiga vinícola de Napa. Além de degustações (não fizemos!), a Sattui tem um mercado que vende frios, queijos, pães e comidas prontas para se fazer picnic. E foi este nosso almoço. Compramos salame e pão e fizemos picnic nas mesinhas disponíveis no jardim (a bebida foi coca!). Lembrando que dirigir e beber não combina e que pode dar cadeia na Califórnia, meu companheiro no papel de motorista, não quis arriscar, e eu não tenho como beber as 4 taças dos tasting sozinha.
Findo picncic, fomos rumo a Hall Wines. Hall é uma das vinícolas mais modernas de Napa. Em sua decoração estão obras de arte e o salão de degustação é todo moderno de vidro. Beber vinhos nos jardins da Hall parece um programa excelente. Foi a única onde vimos os vinhedos sendo regados automaticamente por inúmeros aspersores. Fiquei com muita vontade de experimentar o vinho (as indicações eram muito boas), mas só disponibilizavam o tasting completo por $30 que inclui 4 vinhos diferentes. E as taças de degustação são quase cheias. Caro e muita quantidade só para mim.
Seguimos passando pelo centro da cidade de Santa Helena. A cidade é bem bonita e visivelmente de padrão requintado.
Procurando a Beringer Vineyards, acabamos encontrando a The Culinary Institute of America, uma escola de gastronomia. Pura sorte de encontrarmos este lindo prédio. Entramos, vimos alguns estudantes em seus trajes de "chef" aprendiz e visitamos a loja de apetrechos culinários. Tinha de tudo necessário a um chef, mas o preço...salgado!!
Saindo da cidade chegamos a Beringer Vineyards. Ela é uma das vinícolas mais antigas e tradicionais de Napa e suas instalações lindas. O tasting era $35 e incluía também 4 tipos. Dessa forma não tive como experimentar mais uma vez. Deve ser muito gostoso sentar na varanda da casa principal (que lembra a escola do Harry Potter) e apreciar o tasting sem pressa.
Deixando Santa Helena fomos rumo a Calistoga para visitação da Chateau Montelana. Ela tem um lago e um castelo de visual bem antigo. Aqui também só tasting de 4 tipos ($25). Então só fotos!
Para encerrar a rota fomos rumo a Healsburg, uma cidadezinha de Sonoma County, paraíso dos foodies. No centrinho são vários restaurantes e galerias de arte. Tudo aqui é mais caro que em outras cidadezinhas. Aqui tem o Shed, um misto de mercado gourmet restaurante e loja de coisas para cozinha e horta. Moderno e muito bonito. Por curiosidade tínhamos a indicação do Lucia Café, um restaurante da nova cozinha (?) portuguesa, e decidimos jantar experimentando o caldo verde ($9). Este foi o jantar mais completo: entradinha de beterraba cortesia (diferente, mas gostei), a sopa (com um tempero tipo cominho que diferenciava bastante do gosto original e a couve eram alguns pedaços e não a mineira), docinho de amendoim com coco de sobremesa também de cortesia, e água com rodela de limão de cortesia. Completo e perfeito pelo preço...kkkkkk.
Já noite, hora de voltar para Sonoma, encerando nossos dias no Nappa Valley.
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Sonoma, CA 95476, USA
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
Dia 6 - Passeio por Sonoma Valley e Napa Valley
Saímos de manhã de Sonoma rumo as vinícolas e cidadezinhas na região de Sonoma e Napa.
Nossa primeira parada foi na Ravenswood, onde experimentamos um Zinfandel. Esta uva é originaria da Croácia e se adaptou nessa região. É um vinho tinto macio, persistente na boca..bom.
Próxima parada na Domaine Carneros, vinícola do mesmo grupo da Tattinger, de Champagne. Aqui provamos uma taça do sparkling (espumante) Blanc de Noir. Ficamos maravilhadas com a quantidade e persistência das borbulhas, o que significa um bom espumante.
Entramos na cidade de Napa, indo ao bacana Owbow Public Market. Ele tem restaurantes, lojas de produtos para culinária, sorveteria, padaria, e uma pizzaria onde comemos uma pizza muito deliciosa (Stela Alpina: molho de tomate, mascarponi, iscas de pecorino e argurulas, um tipo de rúcula).
Demos uma volta a pé pela beira do rio, num novo complexo de restaurantes e bares que deve ser bem bacana no verão.
Seguimos para Yountville, que é bastante charmosa com inúmeros restaurantes, hotéis e lojas de winery tasting. Comemos um éclair de chocolate na famosa Bouchon Bakery, delicioso!!! (não resisti a comprar mais um para saborear de sobremesa depois do jantar).
No retorno a Sonoma, passamos no Napa Premium Outlet, onde encontramos algumas pechinchas na Calvin Klein, Tommy Hildfinger e Guess.
Jantamos uma sopa de cenoura muitíssimo gostosa acompanhada de um sparkling rose, no simpático e comentado The Girl & The Fig em Sonoma.
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Dia 5 - De San Francisco a Sonoma, passando por Golden Gate Bridge, Sausalito e Santa Rosa
Hoje deixamos San Francisco rumo a Napa Valley.
Deixamos a cidade San Francisco atravessando a Golden Gate Bridge. Paramos para fotos no primeiro mirante, antes da ponte, e no segundo mirante logo após a ponte. Hoje também tinha nuvens na ponte, mas com mais visibilidade que ontem.
Após as fotos, seguimos para Sausalito. Passeamos a pé pelo centrinho e a beira mar. É uma cidadezinha com muitas lojas chiques, joalherias e restaurantes. Aqui encontramos uma loja de bonecos "cabecinha" para coleção: tinham os personagens do Harry Potter, Star Wars, Frozen, turma do Peanuts e muitos outros colecionáveis. Deu vontade de colecionar todos!
Nossa próxima parada foi em Santa Rosa, no museu da turma do Snoopy. É o Charles M. Schulz Museum and Research Center, o museu do criador da turma do Snoopy e Charlie Brown, que conta toda a história das famosas tirinhas. O museu possui em sua exposição muitos quadrinhos originais da turma do Snoopy e do “Peanuts”, que é o apelido do simpático Charlie Brown. Mas acabamos não entrando na exposição do museu.
foto na Estátua do Charlie Brown com as entradas do parque
fotos no museu: Entrada do Charles M. Schulz Museum and Research Center; Escultura do Snoopy dormindo em cima de sua casa, como no desenho, Estátua do Woodstock na entrada do museu, Entre o Linus e a Lucy
O museu da turma do Snoopy é apenas uma das atrações do complexo de Charles M. Schulz. Além do museu, há uma pista de patinação/hóquei no gelo chamada Snoopy Home Ice, um café chamado The Warm Puppy, uma loja de presente com uma exposição. Toda esta estrutura é conhecida como Schulz Campus.
fotos na area externa com personagens
No mezanino da loja de presentes há uma exposição, que apresenta uma cronologia dos quadrinhos da turma do Snoopy e do Charlie Brown com exposições de coleções, recordações e prêmios. Esta exposição é diferente do que há no museu e os objetos expostos não são encontrados no museu. Aqui a entrada é gratuita!!
Esperávamos mais desse parque!
Visitamos, também, o centrinho histórico de Santa Rosa. Apenas uma rua!
Seguimos para Sonoma, nosso destino final. Nosso quarto no hotel é bem grande e tem lareira. Muito interessante o esquema de acendimento da lenha. Filmado!
Demos uma volta a pé no centrinho de Sonona. A cidade tem várias lojas de degustação de vinhos, restaurantes e até uma William-Sonoma (menor que a de San Francisco mas com uma cozinha para aulas de culinária). As lojas na cidade fecham cedo, entre 16 e 17 horas!
Jantamos uma salada e sopa, acompanhado de uma taça de vinho Zinfandel.
Para matar o tempo porque ainda era cedo para ir de volta ao hotel, fizemos hora no supermercado e na CVS em frente ao hotel (fecham as 21hs!)
Muitas das tirinhas de Snoopy e Charlie Brown são uma espécie de autobiografia de seu criador. Os famosos personagens foram inspirados em pessoas do cotidiano de Schulz, e alguns acontecimentos mostrados nos quadrinhos são referências a fatos que ocorreram de verdade em sua vida. O personagem Charlie Brown, por exemplo, é um retrato de Charles Schulz na infância. Seu pai falava alemão em casa e era dono de uma barbearia, assim como o pai de Charlie Brown. Outros fatos da vida de Schulz garoto são replicados em Charlie Brown, como por exemplo o fato de que sempre foi o menor da turma, não era popular com os colegas de classe e não tinha um bom desempenho nos esportes. A personagem mandona e sarcástica Lucy é outro exemplo de personagem que ganhou vida nos quadrinhos, pois Schulz se baseou no comportamento de sua primeira esposa para criá-la. (Fonte: livro “Peanuts and Schulz: A biography” do escritor Harper Collins).
Em 2 de outubro de 2015, fez 65 anos que a primeira tirinha foi publicada. A última tirinha foi publicada no início de 2000, poucos dias antes do falecimento do cartunista.
fotos no museu: Entrada do Charles M. Schulz Museum and Research Center; Escultura do Snoopy dormindo em cima de sua casa, como no desenho, Estátua do Woodstock na entrada do museu, Entre o Linus e a Lucy
Fonto em frente ao prédio em que fica a pista com a estátua do Charlie Brown vestido de jogador de hóquei no gelo
Na área externa do campus, há várias estátuas de personagens da turminha. Tiramos fotos com os bonecos dos vários personagens espalhados pelo pequeno parque: Snoopy, Charles Brown, Woodstock. Lucy etc.
fotos na area externa com personagens
No mezanino da loja de presentes há uma exposição, que apresenta uma cronologia dos quadrinhos da turma do Snoopy e do Charlie Brown com exposições de coleções, recordações e prêmios. Esta exposição é diferente do que há no museu e os objetos expostos não são encontrados no museu. Aqui a entrada é gratuita!!
fotos dentro da loja
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| Cronologia dos quadrinhos do Charlie Brown |
Na loja de Presentes há vários artigos do Charlie Brown, Snoopy e sua turma: camisetas, canecas, chaveiros, pelúcias e muitos outros artigos especialmente para crianças.
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| Visão geral da loja |
Esperávamos mais desse parque!
Mais tarde descobrimos que também existe um parque de diversões no Vale do Silício, localizado na cidade de Santa Clara - California’s Great America, com uma área de brinquedos dedicada a turma Snoopy-Charlie Brown: Planet Snoopy, e onde muitos personagens interagem com os visitantes. O parque fica ao lado do Levi’s Stadium, o estádio do time de futebol americano San Francisco 49ers e que sediará o Super Bowl 2016.
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| Personagens da turma do Snoopy e Charlie Brown. Foto: site do parque |
Visitamos, também, o centrinho histórico de Santa Rosa. Apenas uma rua!
Seguimos para Sonoma, nosso destino final. Nosso quarto no hotel é bem grande e tem lareira. Muito interessante o esquema de acendimento da lenha. Filmado!
Demos uma volta a pé no centrinho de Sonona. A cidade tem várias lojas de degustação de vinhos, restaurantes e até uma William-Sonoma (menor que a de San Francisco mas com uma cozinha para aulas de culinária). As lojas na cidade fecham cedo, entre 16 e 17 horas!
Jantamos uma salada e sopa, acompanhado de uma taça de vinho Zinfandel.
Para matar o tempo porque ainda era cedo para ir de volta ao hotel, fizemos hora no supermercado e na CVS em frente ao hotel (fecham as 21hs!)
domingo, 17 de janeiro de 2016
Dia 4 - San Francisco: Civic Center, Alamo Square, Ashbury, Chinatown, Coit Tower, Financial District
Na sequência está o City Hall. Não pudemos ver a cúpula por dentro porque não abre aos domingos.
Seguimos, subindo a Hayes St sentido Alamo Square. A rua é repleta de cafés, restaurantes e lojas estilosas. Chegando a Alamo Square, muitas fotos das Painted Ladies, aquelas casinhas superconhecidas em fotos da cidade. Há outras casas no mesmo estilo ao redor da praça, mas estas 6 casinhas fazem a diferença.
Seguimos pela Haight Street até alcançarmos a Ashbury. Esta é a região dos hippies na década de 70, e hoje ainda há esse ar por aqui. A galera na rua é esquisita! Vamos aos destaques por aqui:
- apartamento de Jimi Hendrix (Haight 1524) que fica em cima de uma tabacaria;
- loja de chapeus Gorin Hat (Haight 1446), superbacanas e caríssimos
- loja de fantasias hippies com um par de pernas gigantes sobre a entrada.
Pegamos o troley n. 6 até a Market com Powell. Daí subimos a pé pela Grant Ave até o portal Chines (Chinatown Gateway). Em Chinatown destacamos:
- Old St Mary`s Church que não pudemos visitar porque fecha aos domingos à tarde;
- loja de chás Vital Leaf, onde degustamos um chá vermelho e um verde (o vendedor falando sobre os chás e a loja era muito legal).
Descemos, então a Montgomery St. até a Market St passando pelo Centro Financeiro. A agencia e o museu da Wells Fargo são prédios imponentes.
Jantamos num outro pub em frente aquele que fomos ontem. Mas antes passamos na Cheese Cake Factory que fica no 7 andar da Macy's na Union Square para comprar uma Godiva Cheesecake, que saboreamos de sobremesa (divina!)
sábado, 16 de janeiro de 2016
Dia 3 - Visita ao Vale do Silício, California
Hoje, alugamos um carro e fomos rumo ao Vale do Silício. O Vale do Silício (Silicon Valley), na Califórnia, é uma região ao sul da Baía de San Francisco, onde nasceram e estão presentes algumas das maiores empresas mundiais de tecnologia, como Apple, Google, Facebook, Symantec, eBay, Yahoo!, Hewlett-Packard (HP), Intel, etc.
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| Roteiro |
Por que o nome "Vale do Silício"?
Durante as décadas de 40 e 50, Frederick Terman, reitor da Universidade de Stanford, incentivou professores e graduados a começarem suas próprias empresas na região. O Vale recebeu esse nome devido à segunda onda de empresas de tecnologia que se instalaram na área, a partir de 1956, quando William Shockley, um dos pais do transistor, criou a Shockley Semiconductor Laboratory na cidade de Mountain View. Como o silício é a principal matéria-prima dos processadores fabricados por empresas como a Intel, que surgiram na região logo depois do laboratório de William Shockley, o nome Silicon Valley acabou, desta forma, virando sinônimo de centro de tecnologia. E Frederick Terman, reitor de Stanford, acabou ficando conhecido, posteriormente, como “o pai do Vale do Silício” em homenagem à sua contribuição por incentivar o surgimento das empresas de tecnologia no local.
Na estrada vimos os prédios da Oracle, em formato de tambores de discos. Também vimos os prédios da HP, Evernote, centro espacial da NASA, Microsoft entre outros.
Nossa primeira parada foi na famosa garagem onde começou a HP. Localizada na 367 Addison Ave na cidade de Palo Alto. A HP Garage é considerada o “berço do Vale do Silício”. O nome da empresa nada mais é do que o sobrenome dos dois fundadores, William Hewlett e David Packard, dois ex-alunos da Universidade de Stanford. O local é fechado para visitações.
fotos HP garagem
Seguimos para Stanford University, localizada em 450 Serra Mall, Stanford. É uma das mais conceituadas Universidades do mundo., e faz parte da história da formação do Vale do Silício. A universidade é enorme e o Vale nasceu em torno dela. Os alunos, aqui, vestem terno (homens) e tailleur (mulheres).
fotos Stanford
Próximos destinos foram:

No retorno a San Francisco, passamos pela Golden Gate, sob neblina e chuva. Mas, ainda conseguimos fotografar, embora logo tenha ficado escondida nas nuvens. Devido ao mal tempo, não pudemos curtir Sausalito, optando por visitá-la no dia que formos para Sonoma.
De volta a San Francisco, jantamos no Irish Pub The Foley`s que fica na mesma rua do hotel a poucas quadras.
Para completar o dia fomos até a Union Square e assistimos o pessoal patinando no gelo.
Seguimos para Stanford University, localizada em 450 Serra Mall, Stanford. É uma das mais conceituadas Universidades do mundo., e faz parte da história da formação do Vale do Silício. A universidade é enorme e o Vale nasceu em torno dela. Os alunos, aqui, vestem terno (homens) e tailleur (mulheres).
fotos Stanford
Próximos destinos foram:
- Palo Alto Research Center (PARC), foi uma importante divisão de pesquisa da Xerox localizada em 3333 Coyote Hill Road, Palo Alto. Ele é famoso por ter sido o berço de invenções como a interface gráfica dos computadores pessoais, usada pela Apple em seu Macintosh e popularizada pelo Microsoft Windows
- cidade de Los Altos, muito charmosa, com concentração de joalherias, lojas de cozinhas e cabeleireiros em uma pequena rua.
- garagem da casa do Steve Jobs (2066 Crist Drive, Los Altos): foi aqui que o Steve Jobs e Steve Wozniak montaram o primeiro Mac e deram início à Apple. A garagem virou local de peregrinação de todo Applemaníaco que se preze. Mas dá para perceber que os novos donos não curtem nem um pouco essa ideia.
- Sede da Apple: a sede da Apple fica em 1 Infinite Loop, Cupertino. O terreno é gigante com muitos prédios super modernos. Infelizmente, não está aberta para tours públicos. É incrível que não haja uma maçã, simbolo da empresa, na sua frente. O único local aberto ao público é a “The Company Store”, a única loja do mundo autorizada a vender produtos oficiais da Apple como camisetas e souvenirs.
- Sede do Google: a sede do Google fica localizada em 1600 Amphitheatre Pkwy, Mountain View, em campus chamado Googleplex. O local é gigantesco com muitos prédios das diversas empresas diferentes que hoje compõem a chamada Alphabet, uma holding que engloba todos os negócios do Google e de outras várias empresas sob sua administração.. Não estão disponíveis visitas aos escritórios. Mas passeamos pelos vários prédios do campus de bicicleta. Elas são coloridas nas cores da marca Google e ficam espalhadas em pequenos estacionamentos na frente dos predios.

Só não conseguimos encontrar a sede do Facebook, localizada em 1 Hacker Way, Menlo Park. O GPS não conseguiu localizar o endereço apesar das varias tentativas! Não são disponibilizados tours públicos nas dependências da empresa. O grande charme do local é tirar uma foto com a placa de curtir que fica logo na entrada.
No retorno a San Francisco, passamos pela Golden Gate, sob neblina e chuva. Mas, ainda conseguimos fotografar, embora logo tenha ficado escondida nas nuvens. Devido ao mal tempo, não pudemos curtir Sausalito, optando por visitá-la no dia que formos para Sonoma.
De volta a San Francisco, jantamos no Irish Pub The Foley`s que fica na mesma rua do hotel a poucas quadras.
Para completar o dia fomos até a Union Square e assistimos o pessoal patinando no gelo.
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Estados Unidos
Local:
Vale do Silício, CA, USA
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Dia 2 - San Francisco: Bondinho, Lombard St., Ghirardelli, Fisherman's Wharf, Pier 39 e Ferry Building
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| Roteiro |
Começamos o dia pegando o bondinho linha Powel-Hyde, que nos levará até a Lombard Street. O ponto de partida do bondinho é onde ele faz a "curva". Superinteressante ver, pois esta troca de direção de mão do bonde é feita manualmente por 2 condutores. Este ponto se chama Cable Car Turntable. Filmei!
O bondinho vai apinhado de turistas. A dica era sentar do lado esquerdo, para ter a melhor vista (acho que todos os turistas tinham a mesma dica!).
Descemos do bonde na Lombard Street. Esta é a rua mais fotografada de San Francisco por suas curvas. Descemos pela escadinha na lateral. Os carros fazem as curvas devagarzinho fotografando!
O dia está lindo, bem ensolarado e não faz muito frio. Perfeito para caminhar. Assim, seguimos até a Ghirardelli Square, onde está a famosa fábrica de chocolate. Dividimos um hot fudge sundae. Muito bom!! Aqui vimos as antigas maquinas usadas no processo de fazer o chocolate.
Estamos em frente a baia de San Francisco e vamos seguir nosso trajeto a pé pela orla (Embarcadero St.) aproveitando o lindo dia.
Nosso destino Fishermab's Wharf, com seus vários restaurantes e a galera comendo nos balcões camarão, lulas, mariscos e a famosa sopa clam chowder (uma sopa de batata com vongole). Acabamos provando a tal sopa na Boudin Bakery, que dizem servir a melhor Clam Chowder de San Francisco. A sopa é servida numa broa de pão. Não gostamos do paladar. Para quem curte estes frutos do mar deve ser saborosíssima. A padaria, no entanto, é um show, inclusive há apresentação da confecção de pães em formatos de bichos pela vitrine.
Seguindo pela orla, chegamos no Pier 39. Ficamos impressionados com a quantidade de lojas. As mais interessantes são Image Arts com seus posters e a Solve it puzzles com quebra-cabeças de madeira. Logo na entrada desta loja, a atendente nos desafiou com um desses quebra-cabeças. Só conseguimos resolver quando ela mostrou! É no pier 39 que ficam os leões marinhos, uma profusão deitada ao sol. Também temos aqui a melhor vista de Alcatraz, que está bem em frente.
Seguimos até o pier 23. Quase em frente, há uma pequena passagem que dá acesso a Praça da Levi's. Muito linda. A sede da Levi's fica aqui. O prédio e o lugarzinho são show! Voltamos a orla.
Próxima parada pier 7, com seu deck de madeira e postes de iluminação. É o mais charmoso, e daqui temos uma boa visão da Bay Bridge.
Logo em seguida chegamos ao pier 1, onde está o Ferry Building. Aqui encontramos muitas lojas gostosas. Compramos um pão de azeitonas na Acme Bread, um queijo tipo parmesão (wilde weide) na Cowgirl Creamery e fizemos nosso picnic em uma mesa na Wine Merchant, degustando um syrah da Califórnia. Eles emprestam a tabua e facas para servir o queijo. Muito legal e gostoso!
No mercado tem lojas de tudo, destacando: cogumelos, azeites (provei vários) e apetrechos culinários (Sur la Table). Muito legal!
Com o mercado fechando e anoitecendo por volta de 17h30, pegamos o ônibus elétrico de volta ao centro. O percurso foi pelo centro financeiro na Market St.
Marcadores:
California & LasVegas
Local:
San Francisco, CA, USA
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Dia 1 - Chegada em SAN FRANCISCO: Union Square
Nossa entrada nos Estados Unidos foi em Los Angeles. De lá tínhamos uma conexão para San Francisco, nosso ponto de início desta viagem.
Saímos do aeroporto de BART (Bay Area Rapid Transit), uma especie de trem. É a forma mais barata de chegar do Aeroporto ao centro de San Francisco. A viagem leva pouco mais de 30 min e custa US$8,95. A estação do BART fica no terminal internacional do aeroporto, no piso de partidas/departures. Há várias placas indicando BART.
![]() |
| BART |
Saltamos na estação da Powel St, de onde caminhamos até nosso hostel na O´Farrel St, logo depois do Hilton (!). Como o checkin só podia ser após 14h, deixamos as malas e fomos almoçar no Burguer King, que tinha por perto.
A região onde estamos é repleta de lojas. É a região da Union Square, que concentra muitos shoppings e lojas. Algumas ruas têm mais lojas de alto padrão, e em outras estão aquelas mais acessíveis. Vimos Gap, Forever XXI, H&M, Desigual, Uniqlo, Sephora, Emporio Armani, Prada, Coach, Tumy, Banana Republic, Neiman Marcus, Nike etc., e até um shopping WestField que abriga as lojas de departamento Nordstorm e Bloomingdales . Este shopping tem escada rolante em curva!
Na própria Union Square está a Macy`s, com seus 7 andares e uma Cheesecake Factory no último andar, onde tem se uma boa vista da Union Square.
Amei 2 lojas para casa, que existem nesta região: Create&Barrel e a mais requintada William Sonoma.
Na Union Square tem uma pista de patinação, e só encontramos uma estátua de coração (acho que porque está em obras na metade).
Jantamos num Pub (Foley`s): sopa e uma Guiness Blonde Lager. Ficamos impressionados com a quantidade de mendigos e moradores de rua nesta região.
Marcadores:
California & LasVegas
Local:
San Francisco, CA, USA
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Rumo a CALIFORNIA & LAS VEGAS - 2016
Período da viagem
13/01/2016 a 3/02/2016Roteiro
Califórnia com Las Vegas,NVDia 0: Saída do Brasil
Dia 1-4: San Francisco
Dia 5: San Francisco - Sonoma
Dia 6-7: Sonoma
Dia 8: Sonoma - Carmel
Dia 9: Carmel
Dia 10: Carmel - Santa Barbara
Dia 11: Santa Barbara - Santa Monica
Dia 12-13: Santa Monica
Dia 14: Santa Monica - San Diego
Dia 15-16 : San Diego
Dia 17: San Diego - Las Vegas
Dia 18-20: Las Vegas
Dia 21: Retorno ao Brasil
Hotéis
Orange Village Hostel
411 O'Farrell Street, Union Square, San Francisco, CA
Best Western Sonoma Valley Inn
550 Second Street West, Sonoma, CA
Best Western Carmel´s Town House Lodge
5th & San Carlos Street, Carmel, CA
Days Inn Santa Barbara
116 Castillo Street, West Beach, Santa Barbara, CA
Hotel Carmel By The Sea
201 Broadway,Santa Monica, Los Angeles, CA
Motel 6 San Diego Downtown
1546 2nd Avenue, Downtown, San Diego, CA
Excalibur Hotel and Casino
3850 Las Vegas Blvd, South, Las Vegas, NV
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