Nosso ultimo dia em Lisboa e de nossa viagem por Portugal. Aproveitamos passeando e explorando um pouco mais Lisboa.
Fizemos o checkout no hotel e fomos rumo a Mouraria. A partir da praça Martins Moniz fomos seguindo o trilho do eletrico 12. O bairro parece ser o local de indianos e chineses pela quantidade de restaurantes de comida chinesa e indiana. E um bairro visivelmente pobre. Seguindo o trilho do eletrico fomos dando a volta em torno do Castelo de Sao Jorge, chegando a Alfama no Largo das Portas do Sol. Daqui descemos varias escadarias e becos ate o Largo do Chafariz de Dentro, que nao tem chafariz!!. Voltamos ao largo das Portas do Sol para almoçar sardinhas na brasa. E a garçonete nos reconheceu, de Coimbra!!! (era atendente no pizza hut).
Depois do almoço voltamos ao entorno do Castelo de Sao Jorge pra flanar pelas ruelas e becos ao redor das muralhas. Em uma das portas do castelo haviam pavões!
Descendo de volta ao Largo do Chafariz de Dentro retornamos a Praça do Comercio pra nossa despedida com uma Bohemia e pasteal de bacalhau recheado com queijo da serra da estrela. Depois fomos caminhando pela beira do Tejo na direção do Cais di Sodre, tendo um lindo visual da Ponte 25 de abril. Estamos terminando nossa viagem no mesmo local onde começamos há 20 dias atras!
Hora de ir para o aeroporto de volta ao Brasil.
Fim da viagem!
Até logo Portugal.
domingo, 26 de fevereiro de 2017
sábado, 25 de fevereiro de 2017
Dia 20: outro dia em Lisboa
Saímos do hotel rumo ao Chiado por uma nova escadaria ao lado do Armazens do Chiado. Na subida vimos um bar da Deliriym (opçao pra noite!). Praticamente no Largo do Chiado entramos na livraria Bertrand, a mais antiga do mundo segundo Guiness Book. Na rua latreal uma feira de livros usados. Passando o Cafe A Brasileira viramos na rua da Misericordia pasdando na frente do restaurante Tavares (lundo a noite todo aceso!). Entramis a esquerda pra alcançar a rua da Gavea, com muitos restaurantes e cadas de fado e tranversais de predios muito tipicos da arquitetura lisboeta. Voltando a rua da Misericirdia, no largo da Trindade onde se situa a Igreja de Sao Roque há um conjunto de 4 predios azulejados muito bonitos. Continuando chegamos ao Miradouro Sao Pedro de Alcantara que tem uma ampla vista da cidade. Ao lado d3ste miradouro está o ascensor da Gloria , um trem de cremaleira que chega na Praça dos Restauradores. Como pra baixo, todo santo ajuda, descemos a pe economizando os 3,7€ do trem ;). Seguimos ate o El Corte Ingles que fica acima da Av. Liberdade. Ultima dia, vamos as compras (se houver algo interessante e em saldo...kkkkk). Como ja era tarde pra almoçar num restaurante fomos de metro ao Mercado da Ribeira, que estava bastante cheio, mais ainda que ontem! Dessa vez comemos Lascas de bacalhau, um tempura de bacalhau, acompanhado por um vinho branco. Do Cais do Sodre retornamos pela beira do Tejo até a Praça do Comercio. Hoje a cidade está bem movimentada com bastante gente pelas ruas. Na rua Augusta tinham artistas de rua e entre eles marionete cantante.
Pra terminar o dia fomos pro Alto-Chiado. Vimos a cidade a noite do Miradouro de Sao Pedro de Alcantara e depois escolhemos um restaurante entre os tantos na Rua do Diario de Noticias e Rua da Gavea. Optamos pelo Alfaia que tinha sardinhas na vitrine. Acertamos num bom restaurante, com varias reportagens em jornais. Mas o Jeronimo continua ganhando no sabor da sardinha!
Esta foi nossa ultima noite em Lisboa e Portugal como um todo. Nos sentimos tão bem por aqui que ainda temos a vontade de ficar mais! :)
Pra terminar o dia fomos pro Alto-Chiado. Vimos a cidade a noite do Miradouro de Sao Pedro de Alcantara e depois escolhemos um restaurante entre os tantos na Rua do Diario de Noticias e Rua da Gavea. Optamos pelo Alfaia que tinha sardinhas na vitrine. Acertamos num bom restaurante, com varias reportagens em jornais. Mas o Jeronimo continua ganhando no sabor da sardinha!
Esta foi nossa ultima noite em Lisboa e Portugal como um todo. Nos sentimos tão bem por aqui que ainda temos a vontade de ficar mais! :)
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Dia 19: mais um dia em Lisboa
Nosso dia foi dedicado a região de Belém. Visitamos o Mosteiro de Jeronimos, o Monumento dos Descobrimentos e a Torre de Belém. Para chegar a esses sítios pegamos o bonde n.15 na Praça do Comercio.
O inicio do nosso passeio nesse local começou com pasteis de Belém. Optamos por uma entrada conjugada para Jeronimos e Torre de Belem, mas a conclusao foi que nao eram necessarios. Subir a torre é frustante. Ela é muito bonita por fora. A igreja dos Jeronimos é muito bonita e é a parte principal. A visita paga acrescenta o passeio pelo claustro, bonito mas mais um. O interessante é com esta visita termos visitado os 4 mosteiros portugueses que sao patrimonio da humanidade.
Acabadas as visitas ja era hora do almoço e, sem muitas pretensões escolhemos um restaurante nesta região, que se mostrou uma otima escolha. Comemos sardinhas na brasa que estavam deliciosas. De sobremesa mais um pastel de Belem.
No retorno ao centro saltamos no Cais do Sodre, e fomos novamente ao Mercado da Ribeira, pra um chopp. O mercado estava bem cheio as 15h30!
Seguimos a pe rumo a Praça do Comercio passando por uma casa de conservas que ja tinhamos conhecido em nosso primeiro dia de viagem em Lisboa.
O lindo fim de dia de sol foi na Praça do Comercio curtindo o sol e mais uma cervejinha pra brindar esta boa viagem e o fim que se aproxima. Mas a vontade é: nao quero voltar pro Brasil; quero ficar!!!! E aí fizemos lista de cisas que vão dar "saudade de portugal": bacalhau, azeitonas temperadas, pão, tremoços, sardinha na brasa, porco preto, presunto, alheira, vinhos, queijos, molho da salada, travesseiros de Sintra (da Piriquita), sentar nas praças e pequenos largos, andar na rua tranquilo, e descobrir as retrosarias (que nos lembram a infancia).
Pra fechar o dia, passeamos pelas lojas da rua Augusta a busca de alguma pechincha e um lanche na feira que ocorre na Praça da Figueira.
O inicio do nosso passeio nesse local começou com pasteis de Belém. Optamos por uma entrada conjugada para Jeronimos e Torre de Belem, mas a conclusao foi que nao eram necessarios. Subir a torre é frustante. Ela é muito bonita por fora. A igreja dos Jeronimos é muito bonita e é a parte principal. A visita paga acrescenta o passeio pelo claustro, bonito mas mais um. O interessante é com esta visita termos visitado os 4 mosteiros portugueses que sao patrimonio da humanidade.
Acabadas as visitas ja era hora do almoço e, sem muitas pretensões escolhemos um restaurante nesta região, que se mostrou uma otima escolha. Comemos sardinhas na brasa que estavam deliciosas. De sobremesa mais um pastel de Belem.
No retorno ao centro saltamos no Cais do Sodre, e fomos novamente ao Mercado da Ribeira, pra um chopp. O mercado estava bem cheio as 15h30!
Seguimos a pe rumo a Praça do Comercio passando por uma casa de conservas que ja tinhamos conhecido em nosso primeiro dia de viagem em Lisboa.
O lindo fim de dia de sol foi na Praça do Comercio curtindo o sol e mais uma cervejinha pra brindar esta boa viagem e o fim que se aproxima. Mas a vontade é: nao quero voltar pro Brasil; quero ficar!!!! E aí fizemos lista de cisas que vão dar "saudade de portugal": bacalhau, azeitonas temperadas, pão, tremoços, sardinha na brasa, porco preto, presunto, alheira, vinhos, queijos, molho da salada, travesseiros de Sintra (da Piriquita), sentar nas praças e pequenos largos, andar na rua tranquilo, e descobrir as retrosarias (que nos lembram a infancia).
Pra fechar o dia, passeamos pelas lojas da rua Augusta a busca de alguma pechincha e um lanche na feira que ocorre na Praça da Figueira.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Dia 18: Em Lisboa
Começamos nosso dia em Lisboa passeando pela Baixa e Avenida. Saímos do hotel, que fica na rua Aurea até a a praça do Rossio, formalmente chamada de Dom Pedro IV, e que tem seu calçamento replicado na calçada de Copacabana. Seguindo chegamos a Praça dos Restauradores e continuando pela Av. da Liberdade até o Parque Eduardo VII. Nesta parte da cidade estao a Estaçao Rossio, que fica num vistoso prédio neomanuelino com dois arcos de estilo mourisco em forma de ferradura, o elevador da Gloria, um funicular que sobe a colina em direção ao Bairro Alto, os bancos, inclusive o Banco do Brasil, as principais grifes como Gucci, Versace, Prada, Burberry etc, e até o Hard Rock Café. Passamos pelas Portas de Santo Antao, a Igreja de Sao Domingos e o bar da Ginginga de Lisboa. Na Praça da Figueira nos deparamos com una feira temporária de produtos regionais: queijos, defumados, mel etc. Aproveitamos e tonamos um vinho com alheiras.
Depois dessa andança pela Baixa, seguimos para o Castelo de Sao Jorge. Acabamos desistindo de ir de bonde e subimos a pe, passando pela Se, mirante de Santa Luzia e Largo das Portas do Sol. Na descida da Alfama provamos um tartar de bacalhau, na pratica um ceviche de bacalhau, bem gostoso. De volta a Baixa fomos ate o Elevador de Santa Justa na intençao de subir, mas acabamos decidindo economizar os 5,50 de cada um e subimos a pe, chegando ao largo do Carmo onde vimos as ruinas da Igreja do Carmo destruida pelo terremoto e o topo do elevador de santa justa com a vista da cidade. Como ja estamos no bairro Alto seguimos ate a Cervejarria Trindade, muito bonita por dentro com seus azulejos e simbolos maçonicos, onde tomamos uma cerveja acompanhada de pasteis de bacalhau e tremoços. Na saida ainda vimos o belissimo restaurante Tavares. Algumas fotos no cafe a Brasileira e um pastel de natas na Mantegaria antes de retornar a Baixa e a feira da praça da figueira para comprar as iguarias que seriao nosso jantar.
Depois dessa andança pela Baixa, seguimos para o Castelo de Sao Jorge. Acabamos desistindo de ir de bonde e subimos a pe, passando pela Se, mirante de Santa Luzia e Largo das Portas do Sol. Na descida da Alfama provamos um tartar de bacalhau, na pratica um ceviche de bacalhau, bem gostoso. De volta a Baixa fomos ate o Elevador de Santa Justa na intençao de subir, mas acabamos decidindo economizar os 5,50 de cada um e subimos a pe, chegando ao largo do Carmo onde vimos as ruinas da Igreja do Carmo destruida pelo terremoto e o topo do elevador de santa justa com a vista da cidade. Como ja estamos no bairro Alto seguimos ate a Cervejarria Trindade, muito bonita por dentro com seus azulejos e simbolos maçonicos, onde tomamos uma cerveja acompanhada de pasteis de bacalhau e tremoços. Na saida ainda vimos o belissimo restaurante Tavares. Algumas fotos no cafe a Brasileira e um pastel de natas na Mantegaria antes de retornar a Baixa e a feira da praça da figueira para comprar as iguarias que seriao nosso jantar.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Dia 17: De Sintra a Lisboa
Ainda em Sintra, pela manhã, fomos ao Palacio da Pena. Para lá chegar utilizamos o autocarro 434, ou seja, onibus. A subida de 6 km é por uma estradinha estreita e sinuosa, onde carros e onibus disputam o espaço.
O Palacio da Pena é basicamente em estilo mouro, apesar de ser um exemplar do romantico portugues. Seu visual externo é bastante colorido, parecendo playmobil :)
Como ja era hora do almoço na descida do castelo, almoçamos no InComum, conforme indicação de nosso hotel. O menu executivo mostra que esse tipo de opçao pode ser requintado e bonitamente apresentado e gostoso. A salada e o risoto de maracuja e limao com o peixe e os mini aspargos estavam bons (o bolo de café de sobremesa era dispensável).
Deixamos Sintra por mais uma estradinha estrita e sinuosa. Nesse caminho passamos pela Quinta da Regaleira, Palacio de Monserrate, Colares e pelo Convento dos Capuchos, este já quase no Cabo da Roca. O cabo da Roca é o ponto mais a oeste do continente europeu. Nele há um farol no topo do penhasco. Como Camões escreveu "aqui onde a terra se acaba e o mar começa".
Acompanhando o litoral chegamos a Cascais, um balneário com visível jeito de local de ricos lisboetas. Muitos estavam nos cafes aproveitando a gostosa tarde ensolarada. Como tinhamos hora pra devolver o carro em Lisboa, tivemos de seguir.
Depois de entregar o carro arrastamos malas pesadas pelo metro ate nosso hotel no centro de Lisboa. Pra aliviar esse sacrificio, fomos curtir o fim do dia no Chiado. Com uma breve caminhada do hotel chegamos ao largo do Chiado onde sentamos no Cafe A Brasileira para uma super bock revigorante.
O Palacio da Pena é basicamente em estilo mouro, apesar de ser um exemplar do romantico portugues. Seu visual externo é bastante colorido, parecendo playmobil :)
Como ja era hora do almoço na descida do castelo, almoçamos no InComum, conforme indicação de nosso hotel. O menu executivo mostra que esse tipo de opçao pode ser requintado e bonitamente apresentado e gostoso. A salada e o risoto de maracuja e limao com o peixe e os mini aspargos estavam bons (o bolo de café de sobremesa era dispensável).
Deixamos Sintra por mais uma estradinha estrita e sinuosa. Nesse caminho passamos pela Quinta da Regaleira, Palacio de Monserrate, Colares e pelo Convento dos Capuchos, este já quase no Cabo da Roca. O cabo da Roca é o ponto mais a oeste do continente europeu. Nele há um farol no topo do penhasco. Como Camões escreveu "aqui onde a terra se acaba e o mar começa".
Acompanhando o litoral chegamos a Cascais, um balneário com visível jeito de local de ricos lisboetas. Muitos estavam nos cafes aproveitando a gostosa tarde ensolarada. Como tinhamos hora pra devolver o carro em Lisboa, tivemos de seguir.
Depois de entregar o carro arrastamos malas pesadas pelo metro ate nosso hotel no centro de Lisboa. Pra aliviar esse sacrificio, fomos curtir o fim do dia no Chiado. Com uma breve caminhada do hotel chegamos ao largo do Chiado onde sentamos no Cafe A Brasileira para uma super bock revigorante.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
Dia 16: De Obidos a Sintra
Nosso primeiro destino hoje foi Foz do Alheiro. Aqui a Lagoa de Obidos se junta ao mar. A paisagem é indescritivel de tão linda! Esta é a praia mais linda até agora! Tem opçao de lagoa e mar aberto, além de areia branca e fininha. Acho que por isso vimos tanta casas boas e modernas ate chegarmos aqui.
Nosso proximo destino é Peniche, uma cidade à beira-mar, localizada numa península.O extremo desta península designa-se Cabo Carvoeiro. O mar aqui bate muito forte criando desgastes nas rochas únicos. Daqui tambem se avista ao longe a Ilha da Berlenga, que tem um forte. Infelizmente, a travessia no mar só é feita no verão.
Daqui seguimos pra pequena vila de Azenhas do Mar, que fica pendurada num penhasco. Sua atração é a piscina natural ao lado do mar, alimentada tambem por um riacho que aqui tem sua foz. Nao sei se oela época, sua agua estava verde musgo!, diferentementemente da capa da revista Viagem! Mas, posso dizer que é um lugar fotogenico.
Depois dessas praias fomos rumo a Sintra, nosso destino final hoje. Sintra está a aproximadamente 30km de Lisboa. É uma charmosa vila. Favorito refúgio serrano dos reis, também foi locação das gravações da série global Os Maias. Seu centrinho historico, declarado Patrimônio Mundial da Unesco, abriga o Palácio Nacional, que é marcado por duas imensas torres cônicas e seu interior chama ainda mais a atenção por conta da mistura dos estilões mouro e manuelino, das paredes com painéis de azulejos e dos tetos lindamente talhados. O Palácio Nacional fica no coração do vilarejo cercado por lojinhas de suvenires. Ali pertinlo, está a pastelaria Piriquita, onde provamos a queijada e o travesseiro de Sintra. Os travesseirros são irresistiveis, ainda mais quentinhos!! É um doce de massa folhada finissima com ovos e amêndoas em seu recheio. Depois de passear pelas ruelas do centro histórico e escurecer, aproveitamos a dica dada no hotel e jantamos no Restaurante Apeadeiro, um restaurante simples e tradicional, que escapa daqueles turisticos do centrinho. O mais legal foi o mimo do restaurante apos o jantar: uma dose de vinho do porto com um mini travesseiro de Sintra!
Nosso proximo destino é Peniche, uma cidade à beira-mar, localizada numa península.O extremo desta península designa-se Cabo Carvoeiro. O mar aqui bate muito forte criando desgastes nas rochas únicos. Daqui tambem se avista ao longe a Ilha da Berlenga, que tem um forte. Infelizmente, a travessia no mar só é feita no verão.
Daqui seguimos pra pequena vila de Azenhas do Mar, que fica pendurada num penhasco. Sua atração é a piscina natural ao lado do mar, alimentada tambem por um riacho que aqui tem sua foz. Nao sei se oela época, sua agua estava verde musgo!, diferentementemente da capa da revista Viagem! Mas, posso dizer que é um lugar fotogenico.
Depois dessas praias fomos rumo a Sintra, nosso destino final hoje. Sintra está a aproximadamente 30km de Lisboa. É uma charmosa vila. Favorito refúgio serrano dos reis, também foi locação das gravações da série global Os Maias. Seu centrinho historico, declarado Patrimônio Mundial da Unesco, abriga o Palácio Nacional, que é marcado por duas imensas torres cônicas e seu interior chama ainda mais a atenção por conta da mistura dos estilões mouro e manuelino, das paredes com painéis de azulejos e dos tetos lindamente talhados. O Palácio Nacional fica no coração do vilarejo cercado por lojinhas de suvenires. Ali pertinlo, está a pastelaria Piriquita, onde provamos a queijada e o travesseiro de Sintra. Os travesseirros são irresistiveis, ainda mais quentinhos!! É um doce de massa folhada finissima com ovos e amêndoas em seu recheio. Depois de passear pelas ruelas do centro histórico e escurecer, aproveitamos a dica dada no hotel e jantamos no Restaurante Apeadeiro, um restaurante simples e tradicional, que escapa daqueles turisticos do centrinho. O mais legal foi o mimo do restaurante apos o jantar: uma dose de vinho do porto com um mini travesseiro de Sintra!
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
Dia 15: De Aveiro a Óbidos
Antes de deixarmos Aveiro, fomos até a praia da Costa Norte, onde ficam as famosas casinhas listradas e coloridas. O local é muito charmoso e de bela urbanização.
Na sequencia fomos rumo a Nazaré. A cidade é dividida em sua parte baixa, a beiramar, e a parte alta que fica em cima de uma falesia. Com o carro estacionado na parte baixa subimos de funicular até o Sitio de Nazaré. Nesta parte estao o forte, o Santuario de Nossa Senhora de Nazaré e a Capela de Nossa Senhora de Nazaré. A capela é bem pequena, mas guarda uma bela lenda. A vista de cima da falesia é espetacular! É aqui tambem que temos acesso a praia do Norte, uma praia bem grande de ondas fortes. Foi aqui que o surfista havaiano Garret McNamara encarou a maior onda do mundo com quase 30 metros em 2011.
E depois de almoçarmos um gostoso robalo grelhado neste sitio, pegamos o funicular de volta. Ainda, caminhamos um pouco pela praia para tiramos mais algumas fotos da vista das falésias.
Nosso proximo destino nesse dia foi Óbidos, uma cidade pequena rodeada de muralhas que ja se avista da estrada. Obidos é uma cidade medieval, considerada uma das 7 maravilhas de Portugal. Ela é tomada por casinhas brancas com faixas azuis ou amarelas nas fachadas, quase todas adornadas com vasos de flores nas sacadas. A entrada principal da cidadela é a Porta da Vila, um portão duplo com o interior revestido de azulejos brancos e azuis, que dá diretamente na Rua Direita, a rua principal ocupada por lojinhas de artesanato, souvenirs, galerias de arte e restaurantes, e muitos turistas. Ha tambem muitas lojas vedendo a famosa Ginginha, um licor de fruta do mesmo nome, especialidade da região (lembra butia). Eles vendem prova servida em copinho de chocolate. Aprovado!!
Mais ou menos na metade da caminhada por essa rua, encontramos a Igreja de Santa Maria, a matriz da cidade. Continuando a rua chegamos ao castelo e as muralhas que podem ser percorridas pelos mais corajosos, pois não há proteçao ou salva-corpo. Esta falta de proteçao realmente dá medo, pois por vezes a passagem fica bem estreita. Com o anoitecer os turistas se vão, as lojas começam a fechar e há poucos restaurantes abertos. Inverno! Hora de retirnar ao hotel e dar adeus a Óbidos.
Na sequencia fomos rumo a Nazaré. A cidade é dividida em sua parte baixa, a beiramar, e a parte alta que fica em cima de uma falesia. Com o carro estacionado na parte baixa subimos de funicular até o Sitio de Nazaré. Nesta parte estao o forte, o Santuario de Nossa Senhora de Nazaré e a Capela de Nossa Senhora de Nazaré. A capela é bem pequena, mas guarda uma bela lenda. A vista de cima da falesia é espetacular! É aqui tambem que temos acesso a praia do Norte, uma praia bem grande de ondas fortes. Foi aqui que o surfista havaiano Garret McNamara encarou a maior onda do mundo com quase 30 metros em 2011.
E depois de almoçarmos um gostoso robalo grelhado neste sitio, pegamos o funicular de volta. Ainda, caminhamos um pouco pela praia para tiramos mais algumas fotos da vista das falésias.
Nosso proximo destino nesse dia foi Óbidos, uma cidade pequena rodeada de muralhas que ja se avista da estrada. Obidos é uma cidade medieval, considerada uma das 7 maravilhas de Portugal. Ela é tomada por casinhas brancas com faixas azuis ou amarelas nas fachadas, quase todas adornadas com vasos de flores nas sacadas. A entrada principal da cidadela é a Porta da Vila, um portão duplo com o interior revestido de azulejos brancos e azuis, que dá diretamente na Rua Direita, a rua principal ocupada por lojinhas de artesanato, souvenirs, galerias de arte e restaurantes, e muitos turistas. Ha tambem muitas lojas vedendo a famosa Ginginha, um licor de fruta do mesmo nome, especialidade da região (lembra butia). Eles vendem prova servida em copinho de chocolate. Aprovado!!
Mais ou menos na metade da caminhada por essa rua, encontramos a Igreja de Santa Maria, a matriz da cidade. Continuando a rua chegamos ao castelo e as muralhas que podem ser percorridas pelos mais corajosos, pois não há proteçao ou salva-corpo. Esta falta de proteçao realmente dá medo, pois por vezes a passagem fica bem estreita. Com o anoitecer os turistas se vão, as lojas começam a fechar e há poucos restaurantes abertos. Inverno! Hora de retirnar ao hotel e dar adeus a Óbidos.
domingo, 19 de fevereiro de 2017
Dia 14: De Peso da Regua a Aveiro
Pela manhã, ainda , em Peso da Regua, fomos ao miradouro de São Leonardo da Galafura. Fica a quase 10 km de Regua e seu angulo de visão é de 360 graus da região do Douro, uma vez que é um dos pontos mais altos do vale. Depois das fotos é hora de nos despedirmos do Douro e começar nossa volta a Lisboa.
Por indicação de nossos anfitriões em Peso, Manuel e Augusta, fomos rumo a Mealhada para comer o famoso leitão da região. Antes de chegarmos a Mealhada passamos pelo parque do Buçaco. Daqui logo chegamos ao Meta dos Leitões onde almoçamos. O restaurante está lotado, parecendo ser um programa local de domingo, já que está lotado! Bom, principalmente a batata frita chips, mas muito caro (19.75 a dose!).
Depois desse desvio, chegamos a Aveiro. Nosso hostel fica em frente ao passeio a beira do canal principal e sendo uma tarde de sol e temperatura agradável esta região da cidade está bem agitada, tendo sido bem dificil achar uma vaga pra estacionar o carro. Nos instalamos e fomos logo a caminhar pelas redondezas. Passamos na Oficina do Doce, onde compramos ovos moles, suas ruelas com varias edificações revestidas em azulejos até chegar a frente do Mercado do peixe, onde sentamos num bar a beira do canal pra relaxar tomando um fininho. Esta região da cidade é colorida (alguns edificios). A cidade é cortada por canais. Por isso decidimos fazer um passeio de moliceiro (o barco local), o que nos permite ter uma perspectiva diferente da cidade e conhecer um pouco mais da cidade a partir de nosso guia no barco. No percurso pelos canais fica bem visivel a parte historica e a parte nova da cidade. Deixando o barco e agora conhecendo um pouco mais da cidade, fomos caminhar por alguns pontos vistos do barco.
Por indicação de nossos anfitriões em Peso, Manuel e Augusta, fomos rumo a Mealhada para comer o famoso leitão da região. Antes de chegarmos a Mealhada passamos pelo parque do Buçaco. Daqui logo chegamos ao Meta dos Leitões onde almoçamos. O restaurante está lotado, parecendo ser um programa local de domingo, já que está lotado! Bom, principalmente a batata frita chips, mas muito caro (19.75 a dose!).
Depois desse desvio, chegamos a Aveiro. Nosso hostel fica em frente ao passeio a beira do canal principal e sendo uma tarde de sol e temperatura agradável esta região da cidade está bem agitada, tendo sido bem dificil achar uma vaga pra estacionar o carro. Nos instalamos e fomos logo a caminhar pelas redondezas. Passamos na Oficina do Doce, onde compramos ovos moles, suas ruelas com varias edificações revestidas em azulejos até chegar a frente do Mercado do peixe, onde sentamos num bar a beira do canal pra relaxar tomando um fininho. Esta região da cidade é colorida (alguns edificios). A cidade é cortada por canais. Por isso decidimos fazer um passeio de moliceiro (o barco local), o que nos permite ter uma perspectiva diferente da cidade e conhecer um pouco mais da cidade a partir de nosso guia no barco. No percurso pelos canais fica bem visivel a parte historica e a parte nova da cidade. Deixando o barco e agora conhecendo um pouco mais da cidade, fomos caminhar por alguns pontos vistos do barco.
sábado, 18 de fevereiro de 2017
Dia 13: Passeando pelo Douro
Apos o café da manhã na linda sala de jantar da Quinta, seguimos as indicaçoes de nossos anfitriões para o dia.
Cono o tempo estava muito nublado e com nevoa, optamos pir deixar a visita a Quinta do Seixo para o final do dia. Fomos rumo a Lamego, onde visitamos o Castelo, a Se' e a Igreja de Nossa Sra. dos Remedios, que tem uma escadaria de 686 degraus e nove terraços enfeitados com azulejos. E nós subimos todos!!!! Lamego tambem produz espumantes de nome Raposeira. Por ser fim de semana as caves estao fechadas, mas compramos uma garrafa pra experimentar a noite. Na regiao de Tarouca produzem outro espumante, o Murganheira.
De Lamego seguimos pra Ucanha, uma cidadela que tem uma pinte romana e está nossa indicação de almoço, a Tasquinha do Matias. Estavam disponiveis somente 2 pratos: Milhos e Marrã. Os 2 saborosissimos! A passagem por esta cidadezinha nos fez entrar na região di Doyro, afastada da margem do rio, o que foi muito legal pra sentir a região.
Pra terminar o dia, fomos visitar a Quinta do Seixo. A visita é bem detalhada pelo processo produtivo e termina na sala de degustaçao que tem, segundo dizem, a segunda mais bela vista do Douro. Como ela se situa bem alta, realmente a vista é deslumbrante, e acertamos deixar pro final do dia, com as cores do sol refletidas no rio. Na degustação experimentamos 2 porto (branco e lbv) e 4 de mesa (branco, rose e 2 tintos). A visita levou 2 horas, voltando ja noite ao hotel. Pra fechar mais um jantar na Tasca da Quinta.
Cono o tempo estava muito nublado e com nevoa, optamos pir deixar a visita a Quinta do Seixo para o final do dia. Fomos rumo a Lamego, onde visitamos o Castelo, a Se' e a Igreja de Nossa Sra. dos Remedios, que tem uma escadaria de 686 degraus e nove terraços enfeitados com azulejos. E nós subimos todos!!!! Lamego tambem produz espumantes de nome Raposeira. Por ser fim de semana as caves estao fechadas, mas compramos uma garrafa pra experimentar a noite. Na regiao de Tarouca produzem outro espumante, o Murganheira.
De Lamego seguimos pra Ucanha, uma cidadela que tem uma pinte romana e está nossa indicação de almoço, a Tasquinha do Matias. Estavam disponiveis somente 2 pratos: Milhos e Marrã. Os 2 saborosissimos! A passagem por esta cidadezinha nos fez entrar na região di Doyro, afastada da margem do rio, o que foi muito legal pra sentir a região.
Pra terminar o dia, fomos visitar a Quinta do Seixo. A visita é bem detalhada pelo processo produtivo e termina na sala de degustaçao que tem, segundo dizem, a segunda mais bela vista do Douro. Como ela se situa bem alta, realmente a vista é deslumbrante, e acertamos deixar pro final do dia, com as cores do sol refletidas no rio. Na degustação experimentamos 2 porto (branco e lbv) e 4 de mesa (branco, rose e 2 tintos). A visita levou 2 horas, voltando ja noite ao hotel. Pra fechar mais um jantar na Tasca da Quinta.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
Dia 12: De Porto a Peso da Régua
Pela manhã saímos de Porto rumo ao vale do Douro. Nossa primeira parada: Amarantes. Logo que chegamos a cidade já encantou. Nem parece Portugal, mas sim uma cidade italiana! Amarante é cortsda pelo rio Tâmega e sobre ele tem a linda ponte de São Gonçalo que leva a Igreja de Sao Gonçalo. Andamos um pouco pelas ruas do centro historico e beira do rio. Para nos desperdimos com estilo dessa charmosa cidade paramos pra um dodocde ovos (naturalmente! ) e café na Confeitaria da Ponte.
De Lamego fomos ate Vila Real, onde fica o Palacio de Mateus, cujos jardins visitamos ja que o Palacio tinha horario de visitaçao só bem mais tarde. O clássico vinho Mateus Rosé tem esse castelo como sua imagem!
Seguimos viagem rumo a Pinhão, e já começamos a nos encantar com a paisagem do Douro e as plantaçoes de uvas nas encostas em platos. A estrada é bem sinuosa e estreita, mas de lindissima paisagem. A cidade é uma pequena vila na margem do Douro. A estação de trem tem murais em azulejos que retratam a produção vinicola na regiao.
De Pinhão até Régua a paisagem é ainda mais bonita, pois a estrada segue todo o tempo a margem do Douro.
Peso da Regua será nossa base nestes 2 dias na região.
Nos instalamos em nossa GuestHouse, charmosissima Casa de São Domingos. Dela temos vista do Douro e da cidade de Regua. Como já era final de tarde fomos conhecer a cidade. Passamos pela beira rio, o museu do Douro, ruas de comercio mais internas e na rua, atras do museu, onde ficavam os 2 restaurantes indicados em nossa pousada. Com o sol se pobdo voltamos ao hotel subindo uma servidão ao lado pauleira!
Nosso jantar na Tasca da Quinta foi Quinta!! O dono do restaurante nos sugeriu 2 pratos para compartilharmos: lombo de porco recheado com alheiras e migas e costelinhad em vinha d'alhos con arroz de grelos. Pra finalizar sorvete com lascas de amendoas e um couli delicioso que parecia maracuja. Tudo delicioso!! Pra completar a noite cha e bolo em nosso quarto na Quinta! Uhhhhh!
De Lamego fomos ate Vila Real, onde fica o Palacio de Mateus, cujos jardins visitamos ja que o Palacio tinha horario de visitaçao só bem mais tarde. O clássico vinho Mateus Rosé tem esse castelo como sua imagem!
Seguimos viagem rumo a Pinhão, e já começamos a nos encantar com a paisagem do Douro e as plantaçoes de uvas nas encostas em platos. A estrada é bem sinuosa e estreita, mas de lindissima paisagem. A cidade é uma pequena vila na margem do Douro. A estação de trem tem murais em azulejos que retratam a produção vinicola na regiao.
De Pinhão até Régua a paisagem é ainda mais bonita, pois a estrada segue todo o tempo a margem do Douro.
Peso da Regua será nossa base nestes 2 dias na região.
Nos instalamos em nossa GuestHouse, charmosissima Casa de São Domingos. Dela temos vista do Douro e da cidade de Regua. Como já era final de tarde fomos conhecer a cidade. Passamos pela beira rio, o museu do Douro, ruas de comercio mais internas e na rua, atras do museu, onde ficavam os 2 restaurantes indicados em nossa pousada. Com o sol se pobdo voltamos ao hotel subindo uma servidão ao lado pauleira!
Nosso jantar na Tasca da Quinta foi Quinta!! O dono do restaurante nos sugeriu 2 pratos para compartilharmos: lombo de porco recheado com alheiras e migas e costelinhad em vinha d'alhos con arroz de grelos. Pra finalizar sorvete com lascas de amendoas e um couli delicioso que parecia maracuja. Tudo delicioso!! Pra completar a noite cha e bolo em nosso quarto na Quinta! Uhhhhh!
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
Dia 11: Mais um dia no Porto
Nosso último dia na cidade do Porto. Fomos ate a Se', a Catedral da cidade, que e' de estilo medieval. Daí seguimos para a Ponte D.Luis I, agora passando por cima. Nesta parte passam somente pessoas e o trem.
Chegando novamente a Gaia, e fomos ate a outra oonta do cais de teleférico.
Passamos pelas caves Ferreira, Cockburn's e Calem. A maioria está fechada nesta epoca pra reformas.
Almoçamos um bacalhau assado com broano restaurante Bacalhoeiro. Pra concluir degustamos 2 porto tintos, ruby LBV e Tawny 10 anos, anbos da Bumester.
Pra dizer adeus a esta parte da cidade, premiada com um lindo dia de sol, tomamos um choppinho no Cais da Ribeira.
Deixamos a Ribeira subindo de funicularte ate a praça da Batalha. Aí pegamos binde n.22 que nos deixou na Praça do Carmo. Super passeio de transportes publicos!
Na praça aproveitamos para novas fotos da igreja do Carmo e da livraria Lello, aproveitando a bonita tarde de sol. Nesta região há vários cafés charmosos. Aprovitamos pra crtir mais um piuco sentando a o ar livre na Padaria Ribeiro, super frequentada. No retorno ao hotel, ainda, paramos em mais um café super charmoso, a Antiga Leitaria, onde comemos um bolo de fios de ovos recheado de ovos moles. Deliiiiicia!!!
Chegando novamente a Gaia, e fomos ate a outra oonta do cais de teleférico.
Passamos pelas caves Ferreira, Cockburn's e Calem. A maioria está fechada nesta epoca pra reformas.
Almoçamos um bacalhau assado com broano restaurante Bacalhoeiro. Pra concluir degustamos 2 porto tintos, ruby LBV e Tawny 10 anos, anbos da Bumester.
Pra dizer adeus a esta parte da cidade, premiada com um lindo dia de sol, tomamos um choppinho no Cais da Ribeira.
Deixamos a Ribeira subindo de funicularte ate a praça da Batalha. Aí pegamos binde n.22 que nos deixou na Praça do Carmo. Super passeio de transportes publicos!
Na praça aproveitamos para novas fotos da igreja do Carmo e da livraria Lello, aproveitando a bonita tarde de sol. Nesta região há vários cafés charmosos. Aprovitamos pra crtir mais um piuco sentando a o ar livre na Padaria Ribeiro, super frequentada. No retorno ao hotel, ainda, paramos em mais um café super charmoso, a Antiga Leitaria, onde comemos um bolo de fios de ovos recheado de ovos moles. Deliiiiicia!!!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
Dia 10: No Porto
Dia dedicado ao Porto: Ribeira e Vila Nova de Gaia. Começamos descendo a rua Santa Catarina até chegar à Igreja Santo Ildefonso e a Estação São Bento. Daqui descemos para a Ribeira, descendo a rua Mousinho da Silveira até chegar à praça da Bolsa do Comércio. No caminho avistamos ruelas com a tipica imagem de Portugal, ruas estreitas, velhos sobrados com roupas penduradas nas janelas. O que impressionou foi a umidade nestas ruas, parece muito insalubre.
Como pra nossa visita ao Palacio da Bolsa faltavam 15 minutos, fomos até à frente da Igreja de São Francisco,cujo prédio é colado ao Palácio do Comércio. Como mais uma igreja paga para entrar, cuja característica é seu interior pomposo talhado em tons de dourado (que há em todas as igrejas aqui!) e suas catacumbas, não vamos pagar para ver mais do mesmo!! A visita ao interior do Palácio da Bolsa realmente compensa. É lindissimo e culmina na diferente sala árabe. Saindo daqui já vemos a margem do rio Douro.
No cais da Ribeira há inúmeros restaurantes e bares com mesinhas do lado de fora. Sentamos para um chopp super bock acompanhado de azeitonas temperadas e tremoços. Mauricio disse " finalmente sentamos para curtir!" (mas também esse é o primeiro local que a temperatura ajuda a estar fora e há pessoas nas mesas ao ar livre).
Depois do chopp, atravessamos a ponte Luís I por baixo e chegamos a Gaia onde almoçamos. Ja forrados começamos a peregrinação pelas caves. Entramos na Sandeman, mas optamos por deixar a visita após rodar mais um pouco ( depois decidimos deixar a Sandeman para visitar na região do Douro: a Quinta do Seixo produz seus vinhos).
Na sequencia estava a Cave Vasconcelos, que só tinha venda de garrafas, sem disponibilidade de degustaçao (cave de produção pequena).
Daí subimos ruelas cercaneadas por muros altos de pedra até chegar a cave Taylor's.
Seguindo por mais uma ruela chegamos a Kroft, onde sentamos a beira da lareira para provar um porto branco e um rose, apos algumas explucacoes sobre o pricesso de produçao do Porto e as diferenças entre os varios tipos de Porto. Experiencia indescritivel!!
Para terminar as visitas do dia, entramos na Ramos Pinto. Seu fundador Adriano era um homem de marketing naquela época, entendia bem o conceito de cliente e como encanta-lo para vender e exportar seus vinhos. Aqui degustamos 2 vinhos: branco e tawny, incluídos na visita.
As caves, aqui em Gaia, envelhecem os vinhos. A produçao acontece na região do Douro. E todas as caves começaram como exportadoras desses vinhos.
Já final da tarde e já começando a cair a noite, sentamos novamente no Cais da Ribeira para apreciar umas super bocks acompanhadas de pão, azeite temperado e azeitonas. De resto fou subir as ladeiras de volta ao nosso hotel.
Como pra nossa visita ao Palacio da Bolsa faltavam 15 minutos, fomos até à frente da Igreja de São Francisco,cujo prédio é colado ao Palácio do Comércio. Como mais uma igreja paga para entrar, cuja característica é seu interior pomposo talhado em tons de dourado (que há em todas as igrejas aqui!) e suas catacumbas, não vamos pagar para ver mais do mesmo!! A visita ao interior do Palácio da Bolsa realmente compensa. É lindissimo e culmina na diferente sala árabe. Saindo daqui já vemos a margem do rio Douro.
No cais da Ribeira há inúmeros restaurantes e bares com mesinhas do lado de fora. Sentamos para um chopp super bock acompanhado de azeitonas temperadas e tremoços. Mauricio disse " finalmente sentamos para curtir!" (mas também esse é o primeiro local que a temperatura ajuda a estar fora e há pessoas nas mesas ao ar livre).
Depois do chopp, atravessamos a ponte Luís I por baixo e chegamos a Gaia onde almoçamos. Ja forrados começamos a peregrinação pelas caves. Entramos na Sandeman, mas optamos por deixar a visita após rodar mais um pouco ( depois decidimos deixar a Sandeman para visitar na região do Douro: a Quinta do Seixo produz seus vinhos).
Na sequencia estava a Cave Vasconcelos, que só tinha venda de garrafas, sem disponibilidade de degustaçao (cave de produção pequena).
Daí subimos ruelas cercaneadas por muros altos de pedra até chegar a cave Taylor's.
Seguindo por mais uma ruela chegamos a Kroft, onde sentamos a beira da lareira para provar um porto branco e um rose, apos algumas explucacoes sobre o pricesso de produçao do Porto e as diferenças entre os varios tipos de Porto. Experiencia indescritivel!!
Para terminar as visitas do dia, entramos na Ramos Pinto. Seu fundador Adriano era um homem de marketing naquela época, entendia bem o conceito de cliente e como encanta-lo para vender e exportar seus vinhos. Aqui degustamos 2 vinhos: branco e tawny, incluídos na visita.
As caves, aqui em Gaia, envelhecem os vinhos. A produçao acontece na região do Douro. E todas as caves começaram como exportadoras desses vinhos.
Já final da tarde e já começando a cair a noite, sentamos novamente no Cais da Ribeira para apreciar umas super bocks acompanhadas de pão, azeite temperado e azeitonas. De resto fou subir as ladeiras de volta ao nosso hotel.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
Dia 9: De Guimarães a Porto
Nosso roteiro original era passarmos por Braga e Barcelos, hoje de manhã, antes de seguirmos para o Porto. Infelizmente, com o problema de rasgo no pneu do carro, e a não possibilidade de troca do carro em Guimarães, tivemos de alterar os planos e seguir direto pro aeroporto de Porto, na Avis a troca. Assin, apos a troca fomos rumo ao hotel para check-in. Como chegamos mais cedo que o previsto pudemos visitar quase todo o roteuro programado pra hoje e amanhã.
Quando começamos nosso tour pela cidade, por volta de 12h30, chovia muito com direito a trovão. Fou muito ruim caminharmos com tanta chuva. Melhor opção: almoçarmos. Optamos por experimentar a "francesinha", um sanduiche tipico da cidade, feiti de pão de forma, bife de carne de boi, queijo, fiambre, salsucha e chouriço, regado por um molho vermelho picante. Nao sei se nao foi bem preparado, mas nao gostamos muito.
Com mapa da cidade na mão, iniciamos nossa caminhada pelo Porto na Praça do Concelho (com C mesmo!). Descemos a Av.dos Aliados, chegando na praça da Liberdade, onde no centro ha uma estátua de Dom Pedro IV (D.Pedro I para nós brasileiros). Perto está a Igreja dos Congregados, e pouco mais a frente a Estação de trens de São Bento, com seu hall decorado de azulejos que contam a história de Portugal. Na frente da estação compramos algumas castanhas assadas, mas estavam muito secas! Pouco a frente da estação avistamos a Praça da Batalha e a igreja de Santo Idelfonso, toda de azulejos em sua fachada. Bem perto, entramos na Rua Santa Catarina, que parece ser a principal rua de comercio com inúmeras lojas, como Fnac, C&A, Benetton, H&M, Zara... Na Benetton, Mauricio já achou pechinhas na liquidação de 70%. Nessa rua tambem está o Cafe Majestic, um elegante café dos anos 20, onde tomamos um café com pastel de Belém. Vale pelo local! Avançando um pouco mais ainda na rua Sta Catarina, chegamos a Capela das Almas, uma pequena igreja cujas fachadas são totalmente de azulejos azul e branco. Em todas as igrejas aqui, ha muito dourado (provavelmente ouro brasileiro da Colonia) e madeira tipo jacaranda (tambem brasileira!). Descendo pela rua de Fernandes Tomás, logo chegamos no Mercado do Bolhão, onde vendem- se frutas e legumes em diversas barracas (muitas ja estavam cobertas, apesar de ainda ser por volta de 15h). No piso inferior, há lojas de artesanato, souvenies e degustação de vinhos. Sentamos numa para tomar uma das promoções: 2 taças de vinho, branco e tinto, com tabua de paes e presunto 2 pedaços!!), por 3.50 euros. Dali seguimos até a Igreja dos Clérigos. Pela hora não subimos na Torre (talvez amanhã). Subindo a rua das Carmelitas chegamos a Livraria Lello e Irmão, una livraria diferenciada em sua arquitetura interna, especialmente suas escadas, e tão disputada pra visitar e fotografar que cobram ingresso. Dizem que esta livraria serviu de inspiração para a autora da saga Harry Potter. Pouco mais a frente da livraria, estão as Igrejas do Carmo e das Carmeliras, coladas uma na outra. Já final de tarde e a chuva que voltava a cair depois de uma tarde de algumas aberturas, o mal tempo acabou nos fazendo desistir de chegar ao Cais da Ribeira hoje. Voltamos, então, a Rua de Santa Catarina e de la ao hotel pra depois jantarmos no Leitões Palace, onde acabamos escolhendo um bacalhau a lagareiro, que não foi dos melhores!
Quando começamos nosso tour pela cidade, por volta de 12h30, chovia muito com direito a trovão. Fou muito ruim caminharmos com tanta chuva. Melhor opção: almoçarmos. Optamos por experimentar a "francesinha", um sanduiche tipico da cidade, feiti de pão de forma, bife de carne de boi, queijo, fiambre, salsucha e chouriço, regado por um molho vermelho picante. Nao sei se nao foi bem preparado, mas nao gostamos muito.
Com mapa da cidade na mão, iniciamos nossa caminhada pelo Porto na Praça do Concelho (com C mesmo!). Descemos a Av.dos Aliados, chegando na praça da Liberdade, onde no centro ha uma estátua de Dom Pedro IV (D.Pedro I para nós brasileiros). Perto está a Igreja dos Congregados, e pouco mais a frente a Estação de trens de São Bento, com seu hall decorado de azulejos que contam a história de Portugal. Na frente da estação compramos algumas castanhas assadas, mas estavam muito secas! Pouco a frente da estação avistamos a Praça da Batalha e a igreja de Santo Idelfonso, toda de azulejos em sua fachada. Bem perto, entramos na Rua Santa Catarina, que parece ser a principal rua de comercio com inúmeras lojas, como Fnac, C&A, Benetton, H&M, Zara... Na Benetton, Mauricio já achou pechinhas na liquidação de 70%. Nessa rua tambem está o Cafe Majestic, um elegante café dos anos 20, onde tomamos um café com pastel de Belém. Vale pelo local! Avançando um pouco mais ainda na rua Sta Catarina, chegamos a Capela das Almas, uma pequena igreja cujas fachadas são totalmente de azulejos azul e branco. Em todas as igrejas aqui, ha muito dourado (provavelmente ouro brasileiro da Colonia) e madeira tipo jacaranda (tambem brasileira!). Descendo pela rua de Fernandes Tomás, logo chegamos no Mercado do Bolhão, onde vendem- se frutas e legumes em diversas barracas (muitas ja estavam cobertas, apesar de ainda ser por volta de 15h). No piso inferior, há lojas de artesanato, souvenies e degustação de vinhos. Sentamos numa para tomar uma das promoções: 2 taças de vinho, branco e tinto, com tabua de paes e presunto 2 pedaços!!), por 3.50 euros. Dali seguimos até a Igreja dos Clérigos. Pela hora não subimos na Torre (talvez amanhã). Subindo a rua das Carmelitas chegamos a Livraria Lello e Irmão, una livraria diferenciada em sua arquitetura interna, especialmente suas escadas, e tão disputada pra visitar e fotografar que cobram ingresso. Dizem que esta livraria serviu de inspiração para a autora da saga Harry Potter. Pouco mais a frente da livraria, estão as Igrejas do Carmo e das Carmeliras, coladas uma na outra. Já final de tarde e a chuva que voltava a cair depois de uma tarde de algumas aberturas, o mal tempo acabou nos fazendo desistir de chegar ao Cais da Ribeira hoje. Voltamos, então, a Rua de Santa Catarina e de la ao hotel pra depois jantarmos no Leitões Palace, onde acabamos escolhendo um bacalhau a lagareiro, que não foi dos melhores!
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Dia 8: De Coimbra a Guimarães
Logo no inicio da manhã em Coimbra fomos pra Universidade fazer as visitas a Biblioteca Joanina, Capela de São Miguel, salas dos Capelos e do Exame Privado. Abiblioteca é muito bonita. Os livros são acessíveis a investigadores. Para tal devem ser solicitados, justificado e aprovado o pedido, para então o livro ser remetido a Biblioteca Geral para manuseio usando luvas. Acontece que dentro da biblioteca Joanina, os trabalhadores que buscam os livros, os manuseiam sem nenhun cuidado especial!!!! Sob a biblioteca fica a prisão acadêmica. A capela tem um interior muito rico em sua decoração, com suas paredes em azulejos, teto ricamente pintado e um orgao em estilo barraco em sua lateral. No predio da faculdade de direito, aproveitamos pra ver como são as salas de aula, já que é dia de aula e as portas abertas. Sao em estilo auditório, com mesas e bancos em madeira. No predio da Reitoria vimos um teste de apresentaçao de trabalhi na Sala dos Capelos. Apresentar um trabalho nesta sala deve ser realmente especial. Aqui tambem tivemos acesso a um mirante, que nos possibilitou ver quase toda Coimbra do alto. Pudemos ver as Sés, as ladeiras que descemos ontem, o rio, a Baixa. Muito legal esta vista da cidade. Acabou substituindo bem a impossibilidade de subir a Torre no patio das escolas, que tem o acesso fechado no inverno por conta de vento. Imaginavamos ver varios estudantes com as famosas capas pretas, mas não! Só 2 moças e 2 rapazes, que pareciam estar vestidos pra fotografias dos turistas. Com essa visita, deixamos Coimbra rumo a Guimarães. Minha intençao era ir por Viseu e Vila Real, mas ficamos no traçado feito pelo GPS, cuja rota passava por Porto, diminuindo o trajeto. Foi bom porque chegamos em Guimarães por volta de 13h, sobrando mais tempo para conhecer a cidade.
Nos hospedamos e rumamos a pe' pro centro histórico. Primeira vista é do muro com as inscrições "Aqui nasceu Portugal". Fomos atravessando as charmosas ruelas até chegar ao Paço dos Duques e o Castelo. Esses monumentos estão muito bem organizados para visita. Ainda no caminho pro Castelo almoçamos mais um bacalhau e provamos doces tipicos daqui, toucinho do céu e douradibha de Guimarães, ambos feitos de creme de ovos, amendoas e chila (uma especie de abobora). No castelo conhecemos a historia do nascimento de Portugal e seu primeuro rei Affonso Henruque, assistindo um desenho animado bem elaborado. Na entrada do Castelo ha uma estatua dele e placas comemorativas doadas pelo Brasil, uma por Sarney em 1986, outra por Medici em 1973 e mais uma da Republica em 1940. Na descida do Castelo passamos pela praça S.Tiago e Largo da Oliveira, duas praças separadas (ou unidas?) por arcos. Nestas praças há inumeros cafes, restaurantes e mesas ao ar livre, que fora do inverno devem ficar repletos. Acabamos voltando a noite pra jantar Secretos de porco preto com migas. Estamos encantados com Guimarães!
Nos hospedamos e rumamos a pe' pro centro histórico. Primeira vista é do muro com as inscrições "Aqui nasceu Portugal". Fomos atravessando as charmosas ruelas até chegar ao Paço dos Duques e o Castelo. Esses monumentos estão muito bem organizados para visita. Ainda no caminho pro Castelo almoçamos mais um bacalhau e provamos doces tipicos daqui, toucinho do céu e douradibha de Guimarães, ambos feitos de creme de ovos, amendoas e chila (uma especie de abobora). No castelo conhecemos a historia do nascimento de Portugal e seu primeuro rei Affonso Henruque, assistindo um desenho animado bem elaborado. Na entrada do Castelo ha uma estatua dele e placas comemorativas doadas pelo Brasil, uma por Sarney em 1986, outra por Medici em 1973 e mais uma da Republica em 1940. Na descida do Castelo passamos pela praça S.Tiago e Largo da Oliveira, duas praças separadas (ou unidas?) por arcos. Nestas praças há inumeros cafes, restaurantes e mesas ao ar livre, que fora do inverno devem ficar repletos. Acabamos voltando a noite pra jantar Secretos de porco preto com migas. Estamos encantados com Guimarães!
domingo, 12 de fevereiro de 2017
Dia 7: Batalha a Coimbra
Saímos de Batalha e chegamos em Coimbra por volta das 11 horas da manhã. Coimbra fica a mais ou menos 90km de Batalha. E Fomos direto para o nosso hotel: Residencial Antunes, uma pensão que não tem nada do charme da Casa do Outeiro em Batalha. Muito pelo contrário! Este residencial combina com Coimbra: tudo é velho!! E ainda ficamos no segundo andar com 4 lances de escada para subir com as malas!
Com o mapa da cidade em mãos, fomos rumo a universidade que fica perto do nosso residencial na cidade alta. Passando pelos predios das faculdades de Medicina, Ciências e Tecnologia e Letras, chegamos ao pátio central da universidade, onde está ....a faculdade de Direito, a capela ... e a Biblioteca Joanina. Tiramos a tradicional foto na escadaria da faculdade de direito. A visita à capela e a biblioteca fica para o próximo dia.
Saindo da universidade passamos pela Sé Nova, pela Sé Velha. No trajeto até a parte baixa da cidade, descemos algumas escadarias, inclusive uma denominada Quebra Costas. A pavimentação da cidade é toda de pé de moleque. Saímos desta parte da cidade pelo Arco da Almedina.
Como já era hora de almoço nos indicaram o Solar do Bacalhau, onde comemos um bacalhau assado no azeite com batatas assadas, acompanhado de um vinho do Dão. Delicioso!!!
O rio Mondego corta a cidade. Caminhando ao largo do rio, atravessamos para o outro lado para chegarmos a Quinta das Lagrimas, cenário da história trágica de amor entre Inês e Pedro. A Quinta é hoje um hotel e não se pode entrar. Mas épossivel visitar as fontes do Amor e das Lagrimas, pagando-se, obviamente.
Existe um ditado popular que assim diz: "agora Inês é morta". No entanto a maioria das pessoas não conhece a linda e trágica história de amor por trás dessa expressão. Foi durante o século 14 que aconteceu em Portugal uma clássica história digna de ser imortalizada por Shakespeare, pois trata-se de um "Romeu e Julieta" lusitâno. Pedro era o filho do rei de Portugal, herdeiro do trono e Inês uma aia que venho acompanhando a princesa espanhola D. Constança Manuel, futura esposa de Pedro. Mas por acidente do destino Pedro e Inês de Castro acabam se apaixonando e iniciando um romance, dando início a um grande drama político. O rei não teve outra alternativa a não ser mandar exilar Inês no Castelo de Albuquerque na fronteira castelhana. Mas, apesar da distância entre casal , o amor entre eles não se desfez. Algum tempo depois D. Constança faleceu durante o parto e então viúvo, Pedro fez com que Inês regressasse e foi viver com ela na Quinta das Lágrimas, aqui em Coimbra, causando um grande escândalo na corte. Juntos Inês e Pedro tiveram quatro filhos, o que só agrava a situação política e o desagrado popular. O pai de Pedro tentou de diversas maneiras separar o casal. Tentou, inclusive, arrumar um novo casamento para o príncipe, que recusou veementemente. Pressionado pela corte, o rei D.Afonso IV manda executar Inês de Castro para dar fim ao problema de uma vez por todas. Foi durante uma viagem de caça de D.Pedro que o assassinato aconteceu. Reza a lenda que foram as lágrimas derramadas por Inês durante a sua morte que deram origem a fonte dos Amores localizada nos fundos da Quinta das Lágrimas e a todas as lendas que envolvem essa história. Há, ainda um fato bem curioso sobre essa história: à beira do pequeno lago que lá há, observam-se fungos vermelhos no fundo, que juram ser o sangue dela que lá ficou durante todos estes séculos. Lendas à parte, o fato é que estes ditos fungos já foram estudados por cientistas de diferentes universidades e até onde se sabe eles existem apenas ali nessa pequena parte do lago. Com a morte de Inês aparentemente a história do casal teria fim, mas na realidade ela só estava começando. Algum tempo depois, o próprio rei faleceu tornando-se Pedro então o novo rei de Portugal. Após ser coroado, ele iniciou uma caçada aos assassinos de Inês. Não satisfeito, Pedro em sua última homenagem ao seu grande amor, mandou que desenterrassem Inês, que a vestissem com os trajes reais e a coroou rainha mesmo depois de morta, obrigando que toda a corte beijasse a mão daquela que tanto desprezaram. Por isso a frase que até hoje persiste, pois diziam para ele: " Pedro, agora Inês é morta!". Depois disso, mandou que construissem no Mosteiro de Alcobaça um magnífico túmulo onde seus restos mortais descansam. Os dois tumulos estãoum em frente ao outro para que, segundo a lenda, possam olhar-se nos olhos quando despertarem no dia do juízo final. Toda essa história foi imortalizada pelo poeta Camões.
Da Quinta das Lágrimas retornamos a cidade baixa. Para descansar de toda essa caminhada, paramos em uma pastelaria para descansar, e comer um pastel de tentúgal, doce de ovos parecido com pastéis de santa clara. No caminho de volta à cidade alta, passamos pela igreja de Santa Cruz, onde estão enterrados os primeiros reis de Portugal. Nela há um orgão bem grande que fica em sua lateral. Finalmente chegamos à praça da república, reduto dos estudantes, antes passando pela loja A Toga que vende os trajes e acessórios que os estudantes universitários usam como as famosas capas pretas. Aqui sentamos e tomamos um chopp no bar Acadêmico, antes de retornar ao hotel, já noite.
sábado, 11 de fevereiro de 2017
Dia 6: visita aos Mosteiros de Tomar e Alcobaça e ao Santuario de Fatima
Pela manha saímos de Batalha rumo a Fátima. São 30min. de Batalha a Fátima (20 km). O santuario está logo na entrada da cidade. Grandes romarias acontecem em 13/maio, dia da aparição da Virgem Maria num azinheiro para as crianças Francisco, Jacinta e Lucia em 1917 (esse ano é o jubileu da aparição). A esplanada na frente da basilica de Nossa Senhora de Fátima é enorme. Na esplanada vimos algumas pessoas pagando promessa de joelhos num caminho próprio. A basílica foi construída no final da decada de 20 em estilo neobarroco. Nela estão os túmulos dos 3 pastorinhos, Jacinta, Lucia e Francisco. A construçao é em pedra e é bastante imponente.
Do outro lado da esplanada de frente para a basilica tradicional esta' a Basilica da Santissima Trindade. Foi inaugurada em 2007. É o quarto maior templo católico do mundo, com mais de 8000 lugares. O projeto é bem moderno, do arquiteto grego Alexandros Tombazis.
Entre a Basilica da Santissima Trindade (a parte nova) e a Basílica de Nossa Senhora de Fatima (a tradicional) está a Capelinha das Aparições. Ela teria sido construida no local da azinheira, árvore sob a qual se davam as aparições. Há missas o dia inteiro e em varios idiomas. Uma se iniciava em indiano. Ao lado dessa capela os fiéis acendem suas velas.
Saindo Santuário fomos as casas dos pastorinhos, que ficam na Rua dos Pastorinhos, na vila Aljustrel, a uns 3 kilometros do Santuario. As 2 casas, de Jacinta e Francisco e a de Lucia, podem ser visitadas. Estao bem intactas, com os moveis, lencois, toalhas e outros apetrechos.
De Fatima seguimos para Tomar. Nosso destino o Castelo dos Templarios e o Convento de Cristo. O convento de Cristo ergue-se no topo de uma colina, no interior das muralhas do Castelo dos Templarios. O castelo foi construído em 1160, e o conjunto está classificado como Património Mundial pela Unesco.
A sua construção do Castelo foi uma questão de estratégia militar, pela necessidade de estabelecer um ponto forte de resistência nas áreas fronteiriças de territórios no poder dos muçulmanos. Gualdim Pais, mestre do templo, foi o principal responsável pela construção deste castelo, considerado um dos maiores exemplos defensivos construídos em Portugal. As torres rodeadas por muralhas exteriores eram consideradas uma grande novidade na época, uma vez que elas foram introduzidas pelos templários em Portugal através deste castelo. Essas torres proporcionaram ataques mais fortes do que as tradicionais torres de forma quadrada. Na entrada, que é rodeada por torres, tem-se uma esplanada com canteiros de lqranjeiras e ciprestes podados, ao fundo do qual ergue-se uma escadaria que leva ao Convento de Cristo. que vangloria de uma mistura única de arquitetura que foi alcançada depois de cinco séculos. Este templo une elementos do gótico e renascentista com a arquitetura árabe, oferecendo um resultado de tirar o fôlego. A famosa igreja circular, localizada depois da torre de menagem, também data dos finais do século XII e foi modelada após da Mesquita da Rocha em Jerusalém. Esta igreja é caracterizada pelo seu teto abobadado e pela campainha da sua torre. A história deste castelo esconde grandes mistérios que muitos tentam desvendar. Até hoje fala-se da existência de um tesouro dos templários.
No retorno a Batalha sentamis na nossa varanda da pousada degustando um vinho e um queijinho de ovelha comprado no mercado de Evora, com vista para o lindo Mosteiro da Batalha. O sino tocou avusando da missa as 19h, que fomos assistir.
Completar....
Do outro lado da esplanada de frente para a basilica tradicional esta' a Basilica da Santissima Trindade. Foi inaugurada em 2007. É o quarto maior templo católico do mundo, com mais de 8000 lugares. O projeto é bem moderno, do arquiteto grego Alexandros Tombazis.
Entre a Basilica da Santissima Trindade (a parte nova) e a Basílica de Nossa Senhora de Fatima (a tradicional) está a Capelinha das Aparições. Ela teria sido construida no local da azinheira, árvore sob a qual se davam as aparições. Há missas o dia inteiro e em varios idiomas. Uma se iniciava em indiano. Ao lado dessa capela os fiéis acendem suas velas.
Saindo Santuário fomos as casas dos pastorinhos, que ficam na Rua dos Pastorinhos, na vila Aljustrel, a uns 3 kilometros do Santuario. As 2 casas, de Jacinta e Francisco e a de Lucia, podem ser visitadas. Estao bem intactas, com os moveis, lencois, toalhas e outros apetrechos.
De Fatima seguimos para Tomar. Nosso destino o Castelo dos Templarios e o Convento de Cristo. O convento de Cristo ergue-se no topo de uma colina, no interior das muralhas do Castelo dos Templarios. O castelo foi construído em 1160, e o conjunto está classificado como Património Mundial pela Unesco.
A sua construção do Castelo foi uma questão de estratégia militar, pela necessidade de estabelecer um ponto forte de resistência nas áreas fronteiriças de territórios no poder dos muçulmanos. Gualdim Pais, mestre do templo, foi o principal responsável pela construção deste castelo, considerado um dos maiores exemplos defensivos construídos em Portugal. As torres rodeadas por muralhas exteriores eram consideradas uma grande novidade na época, uma vez que elas foram introduzidas pelos templários em Portugal através deste castelo. Essas torres proporcionaram ataques mais fortes do que as tradicionais torres de forma quadrada. Na entrada, que é rodeada por torres, tem-se uma esplanada com canteiros de lqranjeiras e ciprestes podados, ao fundo do qual ergue-se uma escadaria que leva ao Convento de Cristo. que vangloria de uma mistura única de arquitetura que foi alcançada depois de cinco séculos. Este templo une elementos do gótico e renascentista com a arquitetura árabe, oferecendo um resultado de tirar o fôlego. A famosa igreja circular, localizada depois da torre de menagem, também data dos finais do século XII e foi modelada após da Mesquita da Rocha em Jerusalém. Esta igreja é caracterizada pelo seu teto abobadado e pela campainha da sua torre. A história deste castelo esconde grandes mistérios que muitos tentam desvendar. Até hoje fala-se da existência de um tesouro dos templários.
No retorno a Batalha sentamis na nossa varanda da pousada degustando um vinho e um queijinho de ovelha comprado no mercado de Evora, com vista para o lindo Mosteiro da Batalha. O sino tocou avusando da missa as 19h, que fomos assistir.
Completar....
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
Dia 3: Passeando por praias do Algarve
Antes de pegarmos a estrada rumo as famosas praias do Algarve, fomos conhecer o centro historico de Faro. É facil percorrer a cidade antiga a pe'. Esta parte da cidade é parcialmente rodeada por muralhas antigas. Passando um arco entramos na cidade antiga, que é bem interessante com sua tipica arquitetura colonial portuguesa. No centro da cidade antiga está o largo da Se' com fileiras de laranjeiras (que estavam bem carregadas de frutos maduros). Um visual lindo e tranquilo. Saimos da cidade antiga costeando a muralha, onde uma turminha de escola fazia seu lanchinho durante a excursão! Na volta passamos na frente de um predio com uma linda fachada decorada, que abriga um banco.
Depois desse breve passeio no centro antigo de Faro, pegamos o carro rumo a Lagos, onde se situam as praias mais famosas.
São muitas praias e cidades no caminho. E' impossivel conhecer tudo num dia, por isso focamos em Lagos. No caminho, entramos em Albufeira. Ela é considerada a capital turística do Algarve, haja visto a quantidade de hoteis! A cidade está construida em cima de morros e falesias, fazendo traçados de ruas hiper estreitas e suas casas caiadas de branco penduradas no morro. A praia central tem um lindo tom verde, de ondas fortes no trapiche e areia de uma cor queimada. Ha murante ni extremo da oraia que se sobe e desce por escadas rolantes que estão ao tempo. Desse mirante varios tuk-tuk fazem city tour. Sao os carros ideiais passar naquelas ruas tao estreitas da cidade!
Lagos é uma das regiões mais turísticas do Algarve, já que uma de suas praias – a Dona Ana – já foi eleita uma das praias mais bonitas do mundo. Lagos oferece muitas atividades para os turistas, tem bons restaurantes, uma vida noturna agitada e fácil acesso para as praias paradisíacas. Além disso, Lagos também teve bastante influência na história de Portugal, pois muitas expedições durante o período das Grandes Navegações saíram de lá. A melhor coisa a fazer em Lagos é explorar as praias a pé. Da marina de Lagos, seguimos até o estacionamento situado no inicio da estrada que leva as praias, e daí seguimos a pé em busca da tão famosa Praia de Dona Ana. Dela seguimos, ora pela estradinha, ora por cima das falesias para a praia do Camilo Pio farol na Ponta da Piedade. Na descemos na praia Dona Ana e seguimos pelas trilhas para as praias do Pinhão, Estudante e Batata, as primeiras praias perto de onde paramos o carro. A dustancia de uma praua a oytra é de 5 a 10 min. de caminhada, e i visual das praias e do mar de cima das falesias é realmente deslumbrante.
Maravilhoso mesmo! É um visual mais lindo que o outro, com o mar em tons de azul e verde, as praias encravadas nas falesias, grutas e passagens nas rochas mar a dentro. Um visual indescritivel! E o tempo ajudando com um lindo dia de sol!
completar....
Depois desse breve passeio no centro antigo de Faro, pegamos o carro rumo a Lagos, onde se situam as praias mais famosas.
São muitas praias e cidades no caminho. E' impossivel conhecer tudo num dia, por isso focamos em Lagos. No caminho, entramos em Albufeira. Ela é considerada a capital turística do Algarve, haja visto a quantidade de hoteis! A cidade está construida em cima de morros e falesias, fazendo traçados de ruas hiper estreitas e suas casas caiadas de branco penduradas no morro. A praia central tem um lindo tom verde, de ondas fortes no trapiche e areia de uma cor queimada. Ha murante ni extremo da oraia que se sobe e desce por escadas rolantes que estão ao tempo. Desse mirante varios tuk-tuk fazem city tour. Sao os carros ideiais passar naquelas ruas tao estreitas da cidade!
Lagos é uma das regiões mais turísticas do Algarve, já que uma de suas praias – a Dona Ana – já foi eleita uma das praias mais bonitas do mundo. Lagos oferece muitas atividades para os turistas, tem bons restaurantes, uma vida noturna agitada e fácil acesso para as praias paradisíacas. Além disso, Lagos também teve bastante influência na história de Portugal, pois muitas expedições durante o período das Grandes Navegações saíram de lá. A melhor coisa a fazer em Lagos é explorar as praias a pé. Da marina de Lagos, seguimos até o estacionamento situado no inicio da estrada que leva as praias, e daí seguimos a pé em busca da tão famosa Praia de Dona Ana. Dela seguimos, ora pela estradinha, ora por cima das falesias para a praia do Camilo Pio farol na Ponta da Piedade. Na descemos na praia Dona Ana e seguimos pelas trilhas para as praias do Pinhão, Estudante e Batata, as primeiras praias perto de onde paramos o carro. A dustancia de uma praua a oytra é de 5 a 10 min. de caminhada, e i visual das praias e do mar de cima das falesias é realmente deslumbrante.
Maravilhoso mesmo! É um visual mais lindo que o outro, com o mar em tons de azul e verde, as praias encravadas nas falesias, grutas e passagens nas rochas mar a dentro. Um visual indescritivel! E o tempo ajudando com um lindo dia de sol!
completar....
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
Dia 2: De Lisboa a Faro
Saímos de Lisboa sob muita chuva rumo ao Algarve.
Nossa primeira parada foi em Vila Nova De Mil Fontes, um pequeno balneário de praia bem interessante. Aqui almoçamos um Porco Alentejano na Tasca do Celso. O porco era servido em pedaços com batatas coradas e ameijoas (uma conchinha prima do berbigão). Bem gostoso, apesar da diferente mistura. O ambiente da tasca era muito acolhedor e aconchegante, e nada lembrava praia, com a lareira acesa, que dava vontade de ali passar toda a tarde!
Proxima parada a caminho de Sagres foi na pequena cidade de Aljezur. No alto de sua colina avista-se um castelo mourisco.
Por fim chegamos ao nosso principal destino: o imponente Cabo de São Vicente, que fica no extremo sudoeste da Europa. O cabo é um importante ponto de referência para os barcos, e seu farol com alcance de 95 km é tido como o mais potente da Europa. Como um farol ativo não se pode entrar no interior, mas é possivel explorar a sua volta. No caminho até o farol passamos pela Fortaleza de Sagres e praias entre falésias, e surfistas a caça de ondas mesmo no inverno e quase final de tarde. A chuve que nos acompanhava desde Lisboa, aqui foi substituida por um lindo final de tarde com sol. Na volta da visita ao farol paramos na fortaleza com enormes muralhas. Nao pagamos para entrar alem das muralhas, pois faltava 5 min. pra fechar e a vista do portao nada deslumbrava de interessante. Cremos que o mais interessante seria a gigantesca rosa dos ventos com 43m de diametro.
Da Ponta de Sagres, seguimos direto para Faro, que chegamos já noite (19h) , apesar de irmos pela autoestrada, imposta pelo gps, o que nos custou varios pedagios!
Após nos acomodarmos no hotel, demos uma volta nas ruas no entorno do hotel. Sao ruas de varias lojas, algumas de marcas, restaurantes, sorveterias e pastelarias e cafes. As principais lojas estao na Rua de Santo Antonio, há 2 pequenas quadras do hotel. Como passava das 19h, tudo estava a fechar. Jantamos um delicioso bacalhau ao Bras no Café Aliança, um local aconchegante e agradavel.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
Dia 1: Chegando a Lisboa
Chegamos a Lisboa no final da manha. Saímos do aerporto de metro rumo ao hotel que fica perto da estação Oriente (por volta de 2 quadras).
A estação Oriente foi projetada por Santiago Calatrava, o espanhol que está espalhando sua arquitetura pelo mundo.
Apos nos hospedarmos fomos ao shopping Vasco da Gama, que fica em frente à estação Oriente para almoçarmos. Comemos caldo verde, sumo (como chamam suco) de limão e bifanas (um sanduiche de carne de porco cozida), tudo bem tipico portugues.
Saímos do shopping em frente ao Parque das Naçoes, palco da Expo Mundial de 1998. Caminhamos pelo boulevard a beira do Tejo até a estação de teleferico, que pegamos rumo ao Oceanario (que fica do outro lado do complexo). Muito legal ver esta regiao do alto.
Saltando do teleferico passamos na lojinha do Oceanario, alem de fotos com o bonequibho simbolo.
Voltamos a estação Oriente para pegar o metro rumo ao Mercado da Ribeira. Saltamos na estaçao Terreiro do Paço que fica pouco antes da Praça do Comercio. Seguimos pelo orla do Tejo que está revitalizada até o Cais do Sodré, onde localiza-se o mercado. Foi um bonito passeio banhado por um lindo fim de tarde.
O edificio que abriga o Mercado da Ribeira é do final dos anos 1800 e fica bem em frente ao Cais do Sodré. Inicialmente, ele era apenas um mercado de venda de flores, verduras e frutas, mas com o surgimento do Mercado Abastecedor da Região de Lusboa, em 2000, ele acabou perdendo importância e ficou um pouco abandonado. A prefeitura de Lisboa, então, realizou um concurso para a reabilitação do mercado. A revista Time Out ganhou e em 2014 abriu metade do mercado como um espaço gourmet (a outra metade continua funcionando como um mercao comum). O lugar é bem bonito, com mesas comunitarias ao centro e inumeros restaurantes ao redor oferecendo variedade de opçoes gastronomicas. O clima é despojado; você pega seu prato e bebida em um ou mais restaurantes e se senta em uma mesa qualquer.
Ainda na entrada do Mercado comemos pasteis de nata na Manteigaria. Deliciosos! Estavam quentinhos e foram acrescidos de açucar e canela, comme il fault. Começamos pela sobremesa! Nosso prato principal foi um bacalhau a lagareiro acompanhado de uma taça de vinho alentejano. Pra arrematar pasteis de bacalhau (é assim que chamam os bolinhos de bacalhau).
Saímos já noite do mercado de volta a Praça do Comercio para pegar o metro e retornar ao Parque das Nações e nosso hotel. Como ainda era cedo, subimos a Rua Augusta até o Rossio. Ainda na Rua Augusta vimos a Casa Portuguesa Pastel de Bacalhau e nao resistimos a experimentar o pastel de bacalhau recheado con queijo da serra da estrela. Do Rossio fomos a Praça da Figueira. Aqui vimos sendo cozidas em uma vitrine as carnes das tais bifanas. Como o comercio ja fechava (eram 20hs) voltamos pro hotel usando o metro.
Apesar do cansaço ainda passamos no supermercado pra conpras basicas comi agua e nao resistimos aos vinhos em promoçao por 2,99 a 5,00 euros. Quando saimos do supermercado, por um lado diferente do que entramos, descobrimos que ele e' subterranei, ficando debaixo da rua por onde passam os carros entre o Shopping e a estação.
Hora de descansar!!
A estação Oriente foi projetada por Santiago Calatrava, o espanhol que está espalhando sua arquitetura pelo mundo.
Apos nos hospedarmos fomos ao shopping Vasco da Gama, que fica em frente à estação Oriente para almoçarmos. Comemos caldo verde, sumo (como chamam suco) de limão e bifanas (um sanduiche de carne de porco cozida), tudo bem tipico portugues.
Saímos do shopping em frente ao Parque das Naçoes, palco da Expo Mundial de 1998. Caminhamos pelo boulevard a beira do Tejo até a estação de teleferico, que pegamos rumo ao Oceanario (que fica do outro lado do complexo). Muito legal ver esta regiao do alto.
Saltando do teleferico passamos na lojinha do Oceanario, alem de fotos com o bonequibho simbolo.
Voltamos a estação Oriente para pegar o metro rumo ao Mercado da Ribeira. Saltamos na estaçao Terreiro do Paço que fica pouco antes da Praça do Comercio. Seguimos pelo orla do Tejo que está revitalizada até o Cais do Sodré, onde localiza-se o mercado. Foi um bonito passeio banhado por um lindo fim de tarde.
O edificio que abriga o Mercado da Ribeira é do final dos anos 1800 e fica bem em frente ao Cais do Sodré. Inicialmente, ele era apenas um mercado de venda de flores, verduras e frutas, mas com o surgimento do Mercado Abastecedor da Região de Lusboa, em 2000, ele acabou perdendo importância e ficou um pouco abandonado. A prefeitura de Lisboa, então, realizou um concurso para a reabilitação do mercado. A revista Time Out ganhou e em 2014 abriu metade do mercado como um espaço gourmet (a outra metade continua funcionando como um mercao comum). O lugar é bem bonito, com mesas comunitarias ao centro e inumeros restaurantes ao redor oferecendo variedade de opçoes gastronomicas. O clima é despojado; você pega seu prato e bebida em um ou mais restaurantes e se senta em uma mesa qualquer.
Ainda na entrada do Mercado comemos pasteis de nata na Manteigaria. Deliciosos! Estavam quentinhos e foram acrescidos de açucar e canela, comme il fault. Começamos pela sobremesa! Nosso prato principal foi um bacalhau a lagareiro acompanhado de uma taça de vinho alentejano. Pra arrematar pasteis de bacalhau (é assim que chamam os bolinhos de bacalhau).
Saímos já noite do mercado de volta a Praça do Comercio para pegar o metro e retornar ao Parque das Nações e nosso hotel. Como ainda era cedo, subimos a Rua Augusta até o Rossio. Ainda na Rua Augusta vimos a Casa Portuguesa Pastel de Bacalhau e nao resistimos a experimentar o pastel de bacalhau recheado con queijo da serra da estrela. Do Rossio fomos a Praça da Figueira. Aqui vimos sendo cozidas em uma vitrine as carnes das tais bifanas. Como o comercio ja fechava (eram 20hs) voltamos pro hotel usando o metro.
Apesar do cansaço ainda passamos no supermercado pra conpras basicas comi agua e nao resistimos aos vinhos em promoçao por 2,99 a 5,00 euros. Quando saimos do supermercado, por um lado diferente do que entramos, descobrimos que ele e' subterranei, ficando debaixo da rua por onde passam os carros entre o Shopping e a estação.
Hora de descansar!!
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Assinar:
Postagens (Atom)