terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Dia 9: De Guimarães a Porto

Nosso roteiro original era passarmos por Braga e Barcelos, hoje de manhã, antes de seguirmos para o Porto. Infelizmente, com o problema de rasgo no pneu do carro, e a não possibilidade de troca do carro em Guimarães, tivemos de alterar os planos e seguir direto pro aeroporto de Porto, na Avis a troca. Assin, apos a troca fomos rumo ao hotel para check-in. Como chegamos mais cedo que o previsto pudemos visitar quase todo o roteuro programado pra hoje e amanhã.
Quando começamos nosso tour pela cidade, por volta de 12h30, chovia muito com direito a trovão. Fou muito ruim caminharmos com tanta chuva. Melhor opção: almoçarmos. Optamos por experimentar a "francesinha", um sanduiche tipico da cidade, feiti de pão de forma, bife de carne de boi, queijo, fiambre, salsucha e chouriço, regado por um molho vermelho picante. Nao sei se nao foi bem preparado, mas  nao gostamos muito.
Com mapa da cidade na mão, iniciamos nossa caminhada pelo Porto na Praça do Concelho (com C mesmo!). Descemos a Av.dos Aliados, chegando na praça da Liberdade,  onde no centro ha uma estátua de Dom Pedro IV (D.Pedro  I para nós brasileiros). Perto está a Igreja dos Congregados, e pouco mais a frente a Estação de trens de São Bento, com seu hall decorado de azulejos que contam a história de Portugal. Na frente da estação compramos algumas castanhas assadas, mas estavam muito secas! Pouco a frente da estação avistamos a Praça  da Batalha e a igreja de Santo Idelfonso, toda de azulejos em sua fachada. Bem perto, entramos na Rua Santa Catarina, que parece ser a principal rua de comercio com inúmeras lojas, como Fnac, C&A, Benetton, H&M, Zara... Na Benetton, Mauricio já achou pechinhas na liquidação de 70%. Nessa rua tambem está o Cafe Majestic, um elegante café dos anos 20, onde tomamos um café com pastel de Belém. Vale pelo local! Avançando um pouco mais ainda na rua Sta Catarina, chegamos a Capela das Almas, uma pequena igreja cujas fachadas são  totalmente de azulejos azul e branco. Em todas as igrejas aqui, ha muito dourado (provavelmente ouro brasileiro da Colonia) e madeira tipo jacaranda (tambem brasileira!). Descendo pela rua de Fernandes Tomás, logo chegamos no Mercado do Bolhão, onde vendem- se frutas e legumes em diversas barracas (muitas ja estavam cobertas, apesar de ainda ser por volta de 15h). No piso inferior, há lojas de artesanato, souvenies e degustação de vinhos. Sentamos numa para tomar uma das promoções: 2 taças de vinho, branco e tinto, com tabua de paes e presunto 2 pedaços!!), por 3.50 euros. Dali seguimos até a Igreja dos Clérigos. Pela hora não subimos na Torre (talvez amanhã). Subindo a rua das Carmelitas chegamos a Livraria Lello e Irmão, una livraria diferenciada em sua arquitetura interna, especialmente suas escadas, e tão disputada pra visitar e fotografar que cobram ingresso. Dizem que esta livraria serviu de inspiração para a autora da saga Harry Potter. Pouco mais a frente da livraria, estão as Igrejas do Carmo e das Carmeliras, coladas uma na outra. Já final de tarde e a chuva que voltava a cair depois de uma tarde de algumas aberturas, o mal tempo acabou nos fazendo desistir de chegar ao Cais da Ribeira hoje. Voltamos, então, a Rua de Santa Catarina e de la ao hotel pra depois  jantarmos no Leitões Palace, onde acabamos escolhendo um bacalhau a lagareiro, que não foi dos melhores!

Um comentário:

  1. Parece q não tiveram sorte com a gastronomia local Aconselho pedir uma cacetinha em uma panificadora, que são ótimas e não tem erro.

    ResponderExcluir